RESENHA LIVRO: "NOITES DE SOL", BRUNO BUCIS

Oi meus amores! Tava sumida aqui, me perdoem. Estava com os dias muito corridos devido aos estudos e trabalho. Mas estou de volta com a resenha de um livro super lindo do autor parceiro Bruno Bucis.


Sinopse:

A noite e o dia são coisas que só se misturam perfeitamente em dois lugares: no céu de Brasília e na mente de Soraya. Soraya, a Sol, é uma adolescente da periferia do Distrito Federal que narra os (poucos) altos e (muitos) baixos de seu último ano no ensino médio. Acompanhada de seus amigos que não são tão inseparáveis como ela imagina, a cada capítulo, Soraya descobre que amadurecer é mais difícil do que qualquer prova de gramática.

Em uma trilha sonora de clássicos da MPB, ela busca conforto para as mudanças que o tempo lhe traz, como: ver o namorado ir embora junto com o pôr do sol; ver amizades antigas se apagarem em uma noite; mas também ver brilhar a luz de novos amores a cada dia. Amores. No plural. Mesmo com o coração dividido, ela terá de aprender que a relação mais difícil de se administrar é consigo mesma.


Resenha:


A história é narrada por Soraya, uma adolescente - quase adulta, que conta como leva sua vida e um pouco sobre as pessoas que a cercam. Vive constantes situações embaraçosas, tristes e decepcionantes que surgem na vida de qualquer um e que devem ser superadas, mas a Sol prefere fazer drama. Ela começou a analisar as consequências de cada ato e percebeu que o término do namoro não era o fim da sua vida, mas o começo. Ou melhor, recomeço! Percebeu que muitas coisas tanto na aparência quanto no seu jeito de ser eram manipuladas pelo ex e resolveu fazer tudo conforme sua vontade.

Adotou uma aparência que condizia com o estereótipo de lésbica. Não costumava seguir os padrões da sociedade e era muito criticada por isso. Não é a menina mais bonita da escola, é aquela com uns quilinhos à mais e espinha na cara. Mas mesmo não tendo tanta beleza conseguiu namorar um ano e meio com Luiz, o colírio dos olhos das meninas. Até que um dia, Sol e o mundo dela desabou. Era nele que ela colocava todas as expectativas. Não demorou muito para superar aquela perda, mas ao vê-lo se exibindo na escola ao lado da garota mais popular a deixou desconcertada.

Não há nada mais bonito do que ver alguém investindo em você - muitas vezes quando nem você tem esperança.

Era filha de pais separados, morava numa periferia da Ceilândia. Não tinha luxo nenhum, mas também não passava necessidade. Ir à escola não era muito a sua praia, mas ao chegar lá juntava com seu grupinho a aprontava várias travessuras de crianças mesmo, mas eles se divertiam demais. Fernando, Dani, Pedro, Vanúzia e Sol eram inseparáveis. Até que um dia um deles diz que vai morar em outra cidade e essa informação acaba abalando o grupo. Depois Dani e Pedro tiveram um caso e ela engravidou, o que virou uma confusão e por fim Vanuzia interpreta errado uma situação e acaba fazendo besteira com sua melhor amiga.

Tudo sai fora do eixo e Soraya não é a melhor pessoa para lidar com esse tipo de coisa, aliás, não é uma boa pessoa para lidar com nada, simplesmente não sabe o que fazer e piora tudo. Para tentar esquecer o embaraço que sua vida se tornou resolve curtir com um carinha, mas na verdade ela gosta de outro, então já sabem no que dá né? E por aí vai.

Mas nem de longe essa é uma história ruim, pelo contrário, foi um livro que eu amei demais, fui devorando as páginas sem nem perceber. Me fez entender que nem tudo vai ter uma resposta imediata, mas a nossa reação define como ela vai ser.

Se apressar em fazer as coisas acontecerem não é uma boa escolha, se tiver que ser no momento certo será. E ao decorrer da leitura percebi que muitas coisas eu já sabia mas não praticava e fui aprendendo junto com Soraya essa prática. Me sentia parte do enredo e pude sentir a intensidade da personagem. As pessoas que a cercam não medem as palavras e isso machuca claro, mas não torna o centro da vida dela, ela finge não ouvir e segue com suas atividades, diante disso consegue de fato esquecer. E isso acaba irritando bem mais do que se ela tivesse revidado as ofensas.

Só tenho a agradecer ao Bruno é parabenizá-lo por esse livro maravilhoso. Amei demaaaaais!!! 


A vida é mal dividida. Nada acontece como esperamos. As coisas importantes são sempre mais curtas do que as aborrecidas e tudo acaba antes que se entenda direito o que aconteceu.


Não sabemos lidar com o que a vida nos prepara, somos apenas levados por ela.


Amenizava as palavras, como se, mudando as letras, o significado fosse ferir menos.


Para alguns sou uma privilegiada; para outros, uma inadequada. Nunca me encaixo.

RESENHA LIVRO: "APÓS UMA TRAGÉDIA, UM RECOMEÇO", PATRICIA MORAIS



Olá meus amores, tudo bem com vocês? Recebi um e-mail bem legal da Editora Katzen, informando sobre um concurso que eles estão promovendo para dar dois exemplares da autora Patrícia Morais. Foi me enviado alguns capítulos do livro para eu fazer minhas impressões! Estou bem feliz em poder participar, espero que gostem.



Sinopse:

Patrícia é uma mulher moderna do tipo que trabalha muito, está sempre se preocupando com as finanças, com o bem-estar da própria família e que nunca pensou ou quis ter um cachorro em meio a tudo isso para administrar. Mas tudo mudou quando sua filha ganhou de presente de aniversário uma supergracinha de vira-lata que se tornou parte da família. As coisas iam bem até que um trágico acidente aconteceu e Patrícia precisou administrar a dor da perda e disse a si mesma, após o trauma monstro que viveu, que nunca mais teria animal algum em sua vida. Até que um toque do destino muda tudo.

Resenha:

Patrícia sempre teve medo de cães pelo fato de ter sido quase atacada por um. Então cresceu sem ter afinidade por eles e nunca cogitou a possibilidade de ter um. Mas seu pai amava esses bichinhos e depois que Patrícia casou ele insistiu muito para que ela comprasse um, mas ela achava fora de questão. Até que um dia no aniversário de três anos de sua filha ele resolveu  dar uma cadelinha de presente a sua neta. Patrícia não gostou nada da ousadia do pai mas quando pensou em contestar a pequena garota já estava saltitante de alegria com a nova companhia. 

Sem muita escolha resolveu dar uma chance para a filhote e reconheceu que era muito linda e esta ganhou seu coração e o de todos que a conheciam. A nova moradora da casa recebeu o nome de Pretinha. A cadelinha foi crescendo linda e saudável, Patrícia confessa que a pequena trouxe muita alegria para o lar e ela amava ver o sorriso de satisfação de sua filha.

Por conta da alergia da filha, Pretinha ficava na garagem e quem mais cuidava dela era seu marido. Tudo ia muito bom, todos conseguiram se adaptar muito rápido até que aconteceu um acidente muito triste com a doce cadelinha. Esse ocorrido deixou todos muito sentidos por bastante tempo, a alegria deu lugar a tristeza. E o pior foi dar a notícia para a criança que já amava muito a amiguinha. Passaram incríveis momentos juntos que infelizmente teve um fim. Foi um trauma para todos principalmente para Patrícia, que abriu uma exceção para aquela cadela ter um espaço em sua casa e em sua vida, aprendeu a gostar do animal e de repente perdeu seu novo amor.

O desespero nos cegou, nos atordoou de tal forma, que é realmente inexplicável. O sofrimento às vezes apresenta formas bruscas que vão além de nossas forças.

A partir daquele dia resolveu que não iria querer afinidade com animal nenhum. Mas aí entra a parte do recomeço da história... Como sua filha estava muito triste e desanimada, decidiu comprar um coelhinho para curar aquela ferida. E essa atitude foi a melhor a ser feita, pois a criança ficou muito alegre. Aquela família voltou a se divertir com a nova distração da casa e aquela dolorosa perda já não doía tanto quanto antes, mas claro que não serão capazes de esquecer que um dia Pretinha fez parte da vida deles.

Já estou apaixonada por essa história real e tão emocionante. Assim como Patrícia eu também não tinha muita afinidade com cães, ainda não tenho muita, mas quando tive a ideia de ter um foi no mesmo tempo em que a cadela de um amigo estava bem mal e acabou falecendo e eu fiquei tão mal que desisti de ter uma por medo de que ela sofresse também. Com a leitura podemos ficar mais próximos dessa família linda que passam muitos momentos lindos e foram capaz de superar os ruins. 

NOVIDADE

Boa tarde meus amores. Se liguem na super promoção da Andross Editora. Todos os livros do catálogo estão por apenas R$7,00. Visitem o site e escolham os seus livrinhos, tem pra todos os gostos. Vou postar aqui alguns que me interessaram.


                 
         
                 

                  

QUOTES DO LIVRO "O LADRÃO DE SONHOS", SIDNEI COELHO

Fiz a resenha desse livro AQUI e destaquei alguns quotes lá, mas tinha outros que amei então vim fazer um específico de quotes haha. Espero que gostem!


As pessoas têm o costume de desistir fácil demais umas das outras, principalmente quando essas não atendem as suas necessidades.

Nem tudo que parece loucura, de fato é. Mistérios existem muito além do que acreditamos e conhecemos.

Nunca é tarde para realizar sonhos e só envelhecemos de verdade quando não encontramos mais forças para lutar. O tempo é relativo, ele só consegue mudar de fato a nossa aparência e nada mais do que isso.

O amor consegue penetrar nos corações mais endurecidos e transformá-los. Se você ama, o mundo se torna um lugar melhor para viver.

Quando nos libertamos das amarras que nós mesmos criamos, damos a chance de conhecer a nós mesmos de uma forma que não sabíamos ser. E, ao conhecer, percebemos o quão pequenos éramos e o quão grande podemos nos tornar.

RESENHA LIVRO: "UM EDUARD", LUCIANO QUEMELLO

Oi gente, a resenha de hoje e do livro que recebi do autor parceiro Luciano Quemello.


Sinopse:

Um homem atormentado e uma psicóloga são os personagens centrais de uma obra que trata dos conflitos contemporâneos, sejam os amorosos ou os superficiais, numa época em que o encantar-se, o apaixonar-se, o gostar e o amar se confundem. O livro "Um Eduard" traz à tona a reflexão sobre o medo de acreditar na existência de alguém ideal para se envolver, os encontros e desencontros com corações de isopor e as cansativas paixões de porcelana, quase sempre influenciadas pelas redes sociais e pelos aplicativos de conversas. 

As páginas colocam à mesa o debate sobre as mulheres que estão por trás das máscaras da prostituição, os desejos sexuais silenciosos, a infidelidade conjugal , a sedução para preencher um vazio que só aumenta, pessoas que colecionam contatos de conquistas como troféus, os bastidores do machismo e do feminismo, o julgar o outro sem conhecê-lo, as agressões, a carência, o desespero, a depressão, o reerguer-se após um trauma, o que  é tradicional versus o que é prazeroso sem compromisso, e muitos outros pregos que estão espalhados pelo chão de um mundo descalço.


Resenha:

Eduard era um homem que tinha urgência em resolver sua vida, por isso procurou a ajuda da Dra. Claire, uma psicóloga. Ele mente muito, é algo que lhe dá prazer, e usa para conseguir o que quer. Não consegue amar, sai com muitas mulheres de programa para tentar se satisfazer e no final de cada ato ele repete para si mesmo como se fosse um mantra: "Saciado, financeiramente arrependido e mais vazio". 

É muito observador, analisa as coisas com o máximo de cuidado. Também é manipulador, presunçoso e misterioso. 

Claire não vivia muito bem com o marido, durante o dia ajudava seus pacientes na resolução dos problemas e à noite tinha que lidar com Júlio. Ele estava desempregado e frustrado e acabava descontando toda a raiva na esposa.

Eduard usa a conquista como uma terapia. Ele precisa estar no domínio para poder se sentir bem, e essa sensação é passageira, mas ele não consegue abandonar esse vício. É uma boa pessoa, tem um bom coração, faz de tudo para agradar aqueles que o cercam e não faz nada contra a vontade de ninguém, mas uma vez que lhe der liberdade, ele ultrapassa os limites, precisa de muito para se saciar e no fim continuava vazio.

Sou grande, e me esvazio depressa quando me encho de gente pequena. 

A única mulher que Eduard gostou e tinha muito carinho era Larissa, uma garota de programa na qual se tornou amigo. Ela não o via como apenas mais um cliente, gostava realmente dele. 

Já era um homem mas que estava agindo como um moleque, foi a maneira que encontrou para tentar esquecer seu passado trágico que o assombrava. Quem olhava pra ele tinha a impressão de ser muito bem resolvido, o que não era. Na verdade ele ocultava suas fraquezas, sabia se comportar em meio as pessoas para não deixar transparecer seus problemas. Também tinha uma alta capacidade de influenciar quem estivesse ao seu redor.

Durante as consultas a Dra. Claire pediu para que ele perguntasse para todas as mulheres que se relacionou o que gostou nele. E as repostas foram sinceras, destacaram seus defeitos, mas as qualidades prevaleciam. 

Não podemos exitar que os problemas cheguem, mas podemos aprender a responder de forma melhor a eles.

A psicóloga começou a traçar uma análise sobre seu paciente e percebeu que ele tentava desviar o foco da consulta para ela, o que era muito estranho. A dr. Claire confessa que este homem é realmente desconcertante e consegue fazer com que ela tenha ideias de como agir em casa com o marido. Por vezes se questionou se escolheu a área certa ou se estava fazendo da maneira correta, pois não sabia mais lidar com seus próprios problemas.

Depois de muito analisar esse caso com a ajuda de diários de Eduardo relatando alguns acontecimentos exceto os mais relevantes para o tratamento, que estavam com as páginas rasgadas, mas mesmo assim ela chegou a um denominador comum e poderia sim ajudá-lo a resolver seus conflitos internos. E quando estava prestes a contar para ele, Eduard desaparece...

Um dos fatores presentes no diagnóstico é tendências suicidas, Claire precisa encontrá-lo e impedir que ele faça alguma besteira. Páginas de adrenalina começam a compor a história e eu fiquei sem piscar os olhos kkk, muito interessante como o autor desenrolou os acontecimentos. Foi uma história rica em detalhes e que despertou meu interesse em analisar.

RECEBIDOS DE MARÇO

A alegria de cada mês é receber esses carinhos em forma de livros desses autores tão maravilhosos, mais uma vez venho compartilhar com vocês o que recebi, pense numa pessoa feliz rsrs. Em breve resenha de todos!!

   

    

   

    


Futuros Roubados - Fernanda Caleffi

Brilho Eterno - Edna Nunes

A Fonte da Juventude - Ruben Pais

Duquesa de Ferschutte - Amanda FAbreu

Após uma Tragédia um Recomeço - Patrícia Morais

Os Opostos se Distraem - Day Fernandes

Sob a Minha Pele - Day Fernandes

A Fortaleza: Mundo Sombrio - Day Fernandes

TAG: UM LIVRO QUE...



1. Um livro que te deu preguiça?

Mil Dias em Veneza (resenha)

2. Um livro que te deixou suspirando?

Telegramas (resenha)

3. Um livro que te deixou de ressaca?

Anjo da Escuridão (resenha)

4. Um livro que você indica para todo mundo?

De Encontro à Minha Vida (resenha)

5. Um livro que você sempre reler?

O Futuro da Humanidade

6. Um autor preferido?

Augusto Cury

7. Uma autora preferida?

Martha Medeiros

LEITURAS DE MARÇO

Olá meus amores, mais um mês se inicia - o ano tá voando - desejo que seja um mês abençoado! Hoje trouxe os livros que li em março e não é mentira kkk. Confesso pra vocês que gostaria de estar lendo beeeem mais, na verdade gostaria de ficar o dia todo só lendo mas nem tudo são flores né? rsrs

   

Numa realidade alternativa, não muito diferente da que conhecemos, todos têm a opção de deixar de envelhecer através da toma de um medicamento milagroso, a Cronostase. Para Marco Stanislau, a decisão de tomar ou não o medicamente é complicada e pesada, vai e vem com o vento ou com o impacto dos que o rodeiam. Uma punk de cabelos coloridos, eternamente adolescente. Um jovem intelectual com teorias analíticas sobre a idade perfeita para estagnar o envelhecimento. Uma charmosa cantora de quase-Fado para quem a juventude é sagrada. Um ancião carpinteiro com conselhos contraditórios. Uma criança com quem um cigarro é partilhado. Uma mãe, uma avó e um leque de aldeões que viram Marco crescer na sua terra natal. Para uns uma bênção. para outros maldição. Diz-me lá então, se dependesse só de ti, quando é que tomarias?

 

São necessários poucos segundos para que uma atitude leviana seja tomada, para que uma mentira ardilosa seja contada, para que uma transgressão cruel seja ocultada. Mas, as consequências que elas geram duram uma eternidade. Arrasam vidas inteiras, mancham passados, destroem presentes, roubam futuros. E haja o tempo que houver, não se volta atrás. Porque tempo nenhum desfaz o que já foi feito, conserta o que não tem conserto.

      

Sou um completa estranha, desconhecida de mim mesma. Uma mulher comum, vivendo uma vida comum. Ainda assim, desconheço minha própria identidade. Há em meu interior um mundo totalmente obscuro, construído ao longo dos anos por meio de decepções, desilusões, mágoas, temores, ressentimentos, perdas... Decidi não mais ignorar dentro de mim e relato aqui minha jornada, um caminho que trilhei em busca de desvendar a mim mesma. O que eu sou? Quem eu sou? O que há sob minha pele?


A vida de Amanda nunca foi um mar de rosas. Aos 27 ano, recém-formada em jornalismo e atuando como blogueira na região sul do Brasil, ela recebe o convite de casamento da melhor amiga de infância e com ele, a oportunidade de resgatar amizades e memórias do passado. O que Amanda nem imagina é que durante a viagem, além de reencontrar as pessoas que foi forçada a deixar para trás, terá a chance de viver uma história de amor. E confusão!


12 capítulos

Aos 27 anos e sem muitas perspectivas de ser mais que uma dona de casa, Rafaela vive submissa às vontades de seu marido Marco. Um homem lindo e rico, mas vítima da Síndrome de Peter Pan é completamente obcecado por ela. Atraída pela curiosidade, Rafa entra num casarão centenário e lá conhece seu Zé. A afinidade e imediata e eles estreitam laços de amizade de forma apaixonante e e comovente. Ela decide romper com o passado e lutar por seus sonhos. De forma simples e objetiva, seu Zelhe ensina que, nada acontece por acaso e que, apesar da vida parecer efêmera, seremos eternizados se fizermos algo de bom ao passarmos por ela. Mas o destino é cheio de armadilhas e a faz enfrentar, além de Marco, muitos outros obstáculos, que só a fortalecem, e a colocam frente a frente com a maior prova de que anjos existem e o homem de sua vida poderia ser um. Ao entrar naquele casarão, Rafaela descobre que todos podem ter e ser um brilho eterno.


Em 2020 e 2022 o Brasil volta a ser uma monarquia por motivos de corrupção e derrota que o país vive. O único herdeiro Alexandre assume o poder como Rei. Ele vem a se casar com a Rainha Consorte Marina. Seus herdeiros são Helena e Henrique. Anos de um país em progresso se passam até chegarmos ao ano de 2046. Quando conhecemos a jornalista paparazzi em uma carreira de fracasso Lisa de Carvalho Santina que acaba indo parar no Castelo e lá ela precisa se reinventar, redescobrir, aprender a cuidar do seu comportamento compulsivo para se tornar quem as pessoas realmente precisam que ela seja. É claro que tudo não aconteceria se não houvesse aquele gostinho de romance por dois homens que de igual só possuem a coroa. Os sacrifícios serão muito mais pesados do que uma garota consegue imaginar.


9 capítulos

Patrícia é uma mulher moderna do tipo que trabalha muito, está sempre se preocupando com as finanças, com o bem-estar da própria família e que nunca pensou ou quis ter um cachorro em meio a tudo isso para administrar. Mas tudo mudou quando sua filha ganhou de presente de aniversário uma supergracinha de vira-lata que se tornou parte da família. As coisas iam bem até que um trágico acidente aconteceu e Patrícia precisou administrar a dor da perda e disse a si mesma, após o trauma monstro que viveu, que nunca mais teria animal algum em sua vida. Até que um toque do destino muda tudo.


Dalila era uma jovem de 24 anos que estava com uma maldição. Todos os dias às 18h ela virava um pássaro e só voltava a forma normal quando amanhecia. Para se ver livre disso precisava encontrar um amor verdadeiro, caso não encontrasse viraria pássaro para sempre.


Leituras de Janeiro

Leituras de Fevereiro

RESENHA: LIVRO "O RESGATE", NICHOLAS SPARKS

E ai gente, hoje vou a resenha não é de parceiro rsrs, vim postar uma que já estava pronta há um tempinho só porque deu saudade de ler os livros do Nicholas e chorar horrores kkk. 


Conta a história de Denise, uma mãe solteira de um menino de cinco anos, Kyle. Ele tem um atraso de desenvolvimento e ela dedica todo seu tempo a ele. Ela vivia se perguntando porque logo seu filho tinha problemas que nenhum profissional sabia dizer ao certo qual era quando todas as outras crianças eram normais. Porque logo ela que criava ele sozinha, pois o pai quando soube que Denise estava grávida se recusou a assumir a criança. Eles moravam em Edenton, na Carolina do Norte. Eram apenas os dois, os pais de Denise haviam falecido e ela não tinha mais nenhum parente por perto. Fazia o possível para ser paciente com o filho mas não era fácil. 

Em um dia chuvoso Denise saiu com Kyle de carro para comprar mantimentos e na volta para casa ela pensava no que o médico tinha dito sobre Kyle: "uma criança sem deficiência física visível, sem registro de traumatismos, está atrasado no nível da linguagem". Nada do que ela não sabia, esses pensamentos a deixavam desesperada e sem saber o que fazer além de treinar em casa com ele mecanismos da fala e anotar os pequenos progressos em um diário. Foi despertada dos pensamentos quando viu uma curva, tentou frear mas era tarde de mais...

Denise acordou com a voz de um estranho que tentava ajudar, quando ela se virou pra ver se Kyle tinha se machucado, percebeu que ele não estava na cadeirinha e ficou desesperada. Taylor MacAdem, um bombeiro, foi quem encontrou o Denise e quem comandou as buscas pelo garoto dentro do pântano perto da curva onde aconteceu o acidente. Vários homens saíram chamando por ele e foi aí que Denise se deu conta de que ele não ía responder e viu seu mundo desabar, foi tomada pelo pânico. Levaram ela para o hospital mesmo contra sua vontade e continuaram as buscas, já faziam horas e nenhum sinal de Kyle.

As pessoas vem e vão, entram e saem das nossas vidas, quase como as personagens de um livro de que gostamos muito. Quando, finalmente, o fechamos, as personagens contaram a sua história e procuramos outro livro, recheado de novas personagens e aventuras. Então damos conosco a concentrarmo-nos nos novos e não nos que já lemos.

Após cinco horas de busca, Taylor achou o garoto. Denise seria eternamente grata a ele. Taylor tornou-se bombeiro após a morte do pai. Recebia todo o amor da mãe, Jud, mas sentia que faltava algo. Tinha 36 anos e apenas trabalhava, namorou algumas garotas mas nenhum relacionamento deu certo, então preferiu continuar sozinho. Sempre que se relacionava as mulheres queriam saber sobre seu passado e era algo que ele não gostava de falar. Tinha um segredo que pretendia levar para o túmulo, jamais ia contar pra alguém, somente ele e a mãe sabiam. Era algo que o atormentava muito, algo que o impedia de ser feliz.

Depois que Denise e Kyle saem do hospital acabam se aproximando de Taylor que gostou muito da criança e Denise que se sentia grata àquele homem. Deram início a uma amizade. Tanto ele quanto ela não tinha um relacionamento há algum tempo e essa aproximação vai mexer com os ânimos de ambos e daí se inicia um romance LINDO! Nicholas tem esse dom né, de fazer um casal super fofo e com todo aquele drama. A relação tem tudo pra dar certo, mas quanto mais se tornam íntimos mais surgem as perguntas que Taylor tanto teme colocando em risco esse amor que mal começou a surgir. Ele prefere abrir mão de ser feliz do que ter que contar tudo que o deixa tão abatido. Sua mãe tenta de todas as formas ajudar, mas essa é uma decisão que cabe somente a ele.

SÉRIE: OS TREZE PORQUÊS

Olá pessoal, hoje vim contar pra vocês um pouco sobre uma série que assisti. Não sou muito de assistir séries mas estava com vontade de ler o livro Os 13 Porquês e como ainda não tinha comprado resolvi assistir logo porque estava vendo muitos comentários a respeito. Vamos lá...


Primeiramente quero dizer que estou chocada até agora, passei o dia inteiro assistindo e foi bem tenso. Conta a história de Hannah Baker, uma garota de 17 anos que cometeu suicídio. Ela estudava o ensino médio numa escola dos EUA e lá aconteceram muitas coisas que fizeram ela tomar essa atitude. Hannah era uma menina doce e simples que só precisava de um pouco de atenção e ter amizades, só que não é bem isso que acontece desde que ela começou a estudar. As pessoas daquele colégio podem ser bem inconsequentes ao ponto de contribuir para uma jovem tirar a própria vida.

Clay Jensen era amigo de Hannah, eles trabalhavam juntos em um cinema e após a morte dela ele recebeu uma caixa com várias fitas cassete gravadas por Hannah onde narra os 13 motivos que a levou a cometer suicídio, esses motivos são pessoas. Treze pessoas que marcaram a vida dela de uma forma não muito boa. Ela entregou essas ditas para alguém de sua confiança minutos antes de cometer o ato para que fossem entregues a todos os responsáveis para que eles soubessem o que causaram, e assim foi feito. Clay era o último a receber as fitas, mas ao contrário dos outros que ouviram e passaram adiante, ele fica muito magoado, chocado, com raiva e querendo justiça. Essas descobertas o deixam muito mal e constantemente tem visões com a garota e fica muito perturbado.

A partir daí as cenas são intercaladas entre presente e passado, conforme Hannah vai narrando os acontecimentos. Ela era considerada dramática pelas pessoas da turma e por isso era ignorada, só que estava gritando internamente por socorro e ninguém via aquilo como um problema de fato, nem mesmo os professores. Até cartas anônimas Hannah fazia e mais uma vez era banalizada. Ela não tinha coragem de chegar pra alguém e contar o que sentia, apenas buscava maneiras de ser notada.

Se sentia solitária e carente, por isso todos os caras que se aproximavam dizendo nutrir um sentimento por ela dava uma chance, mas na verdade eles só queriam brincar com a garota deixando mais marcas do que já tinha. Foram vários que passaram e feriram suas expectativas amorosas e ainda espalharam pela escola que ela era fácil e vadia virando motivo de deboche. Para tentar superar esses trágicos acontecimentos decide se refugiar nas amizades. Várias meninas surgem também dizendo serem suas amigas mas não demoram a pisar na bola deixando Hannah mais deprimida. O fato é que todos só se aproximam com alguma intenção, só a querem por perto quando ela pode ser útil em alguma coisa.

Gente, não posso contar muita coisa pra não dar spoiler mas sugiro que vocês assistam caso tenham estrutura psicológica suficiente rsrs porque é bem tenso. São coisas que acontecem muito hoje em dia e passam despercebidas ou fingimos que não vemos. Muita gente ao nosso redor tem tendência suicida e grita silenciosamente por socorro e nós podemos estar tão ocupados no nosso mundinho que não ajudamos essas pessoas. Assistir a essa série me fez pensar muito nesses fatores e me deixou bem angustiada como se de alguma forma minhas palavras e atitudes podem impedir esses atos sabe.

Acontecem muito mais coisas com Hannah, coisas bem mais graves e todas uma atrás da outra, imagina como ficou a cabeça dela. Tantos acontecimentos e ninguém pra conversar! Não é todo mundo que consegue não absorver e superar, no caso dela as consequências foram maiores. Quem comete suicídio não quer tirar a vida mas acabar com aquela dor dilacerante só que não encontra uma maneira e acha que matando o corpo vai ter paz, mas não vai.

Me identifiquei com algumas coisas que aconteceram com ela e acredito que vocês também vão se identificar, todos nós já sofremos ou vamos sofrer bullying algum dia, eles não são nada legais e muitos podem ser fatal. No meu caso eu nunca absorvi tais coisas, sempre agia pra reverter a situação, sempre busquei ler e conhecer um pouco do ser humano e sabia que com palavras sábias poderia fazer o agressor cair na real, mas nem sempre foi fácil. Nem todos vão ter as mesmas atitudes que eu, nosso psicológico pode ser nosso inimigo e tudo aquilo que armazenamos nele pode ter um fim nada agradável. Enfim, foi uma experiência que teve seus pontos positivos pelo fato de poder conhecer um pouco mais sobre o assunto e ficar mais atenta aos sinais, quem já leu o livro ou assitiu a série me contem o que acharam. 

LANÇAMENTO LIVRO: "PALAVRAS SELETAS VOL 1", DAYENNE MACHADO

Oi pessoal, hoje vou falar do livro da parceira Dayenne Machado que será lançado amanhã no Rio de Janeiro!


Sinopse: 

Palavras Seletas é um livro repleto de textos que falam sobre amor, amizade e sentimentos que existem dentro de mim. Alguns desses textos acompanharam a minha adolescência e foram fundamentais para a criação dos meus textos e livros. Textos esses que são cheios de sentimentos.  Escrever é algo tão fácil. Mas escrever sobre sentimentos é algo difícil e libertador ao mesmo tempo.



Nosso sorriso é nossa curva mais linda. Nosso sorriso é nossa arma secreta. Nosso sorriso nos entrega quando estamos apaixonados. Nosso sorriso é a coisa mais simples e a ais linda de se ver.


Esse é um lindo livro com textos curtos e leves que retratam tudo que foi vivido pela autora e todos os sentimentos que ela traz dentro de si que agora serão compartilhados com seus leitores. A sensação que dá ao ler é que já conhecia a Day há muito tempo, pois entendo tão bem tudo que ela sentiu. Me identifiquei bastante com esse ato de escrever como uma forma de desabafo, em todos os textos pode-se notar ter sido escrito com referência a alguém, o que torna mais real e faz você também pensar em alguém no qual viveu aquela situação.

É uma leitura bem delicada e fluida na qual amei demais. Dá um gostinho de quero mais e terá mais haha, em breve teremos o volume 2.


O que aconteceu no passado que fique no passado. O que vai acontecer no futuro é fruto do presente. 



Sobre a autora:


Dayenne Machado nasceu no Rio de Janeiro e mor lá até hoje. Começou no mundo literário como blogueira e recentemente tornou-se escritora. Desde muito pequena gostou de histórias apaixonantes até que passou a escrever suas próprias. Esse é seu primeiro livro, mas tem quatro publicados no wattpad, quatro finalizados e um ainda escrevendo.

Não deixem de visitá-la lá no Instagram

SÉRIE DE PROFISSÕES #3: DESIGN

Mais um curso aqui na nossa série pra vocês conhecer um pouco mais. Gravei um stories no intagram perguntando qual profissão as pessoas gostariam de ver aqui e a mais pedida foi Design. E quem falou a respeito foi um colega chamado Saullo, obrigada pela ajuda querido :* Vamos lá, espero que gostem!



1. O que faz um Designer?

O Designer é um criador de soluções visuais para facilitar a comunicação entre as pessoas. Diagramar a informação e trazer ela da melhor maneira possível, tendo parâmetros estéticos moldados a necessidade.


2. Quais são as áreas de atuação?

O profissional da área de Design Gráfico pode atuar em lugares onde é necessário soluções de artes gráficas ou digitais. Além dos lugares mais convencionais como em gráficas e agências de publicidade, qualquer empresa que deseja investir em uma identidade visual pode adotar um designer gráfico, como por exemplo, restaurantes, salões de beleza, dentre outras empresas que sentem uma necessidade de comunicação direta para atrair e informar o cliente. 

3. Em qual momento você sente que escolheu a profissão certa?

No decorrer da faculdade fui entendendo a necessidade do meu trabalho e a importância que ele tem para a sociedade. A partir do momento que comecei a ganhar boas noções estéticas, ele vai ficando cada vez mais refinado. Isso gera bastante reconhecimento e elogios, o que traz o prazer tanto pessoal quanto profissional de estar fazendo a coisa certa que vai além do trabalho em si.

4.  Qual a área que mais te fascina e pretende seguir?

Tenho ambição na área de direção de arte, dando diretrizes a outros designers em suas linhas de produção, conduzindo os profissionais a terem bons resultados em suas criações.  

5. Há algo que as pessoas desconhecem dessa profissão que precisam saber?

É necessário entender que o Designer não é um profissional reconhecido popularmente, então apesar de nosso trabalho ser muito importante e diversas vezes essencial, encontrar cientes ou empresas que querem pagar  pelo que o nosso trabalho vale é muito difícil. Outro cenário que as pessoas precisam entender é que conseguir emprego nessa profissão não é uma tarefa fácil e geralmente quando é contratado por agências de publicidade são explorados de forma bastante intensiva, onde os lucros são sempre dos donos da agência e seu potencial de criação é todo retribuído em seu salário mensal, por essa razão, a maioria dos profissionais hoje trabalham de forma autônoma.

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Essa é uma área bem extensa, a que o entrevistado seguiu foi Designer Gráfico, caso tenham mais alguma dúvida é só deixar aqui nos comentários que passo pra ele. Me contem o que acharam, eu achei bem realista e minha dica pra quem pretende seguir essa área é que não desista apesar desses detalhes quanto ao mercado de trabalho que vai ter em qualquer profissão, se esforce pra ser um excelente profissional que as oportunidades não irão faltar. Busquem um diferencial para que mais à frente tenham o reconhecimento merecido.  

Me digam qual profissão querem ver aqui no próximo post! Beijos :*

RESENHA LIVRO: "SONATA EM AUSCHWITZ", LUIZE VALENTE


Recebi esse livro em parceria com a autora e fiquei muito feliz, é uma obra que me chamou muito atenção por se tratar de um tema que gosto e a capa me deixou encantada. Depois que recebi e vi a diagramação e complementos impecáveis fiquei mais encantada ainda. Imagine depois de ler a história. 

Ele fala da Segunda Guerra. Um passado que muitos preferem ocultar ou fingir que não aconteceu, mas aconteceu! Os personagens são fictícios mas a história é real. A autora conheceu uma sobrevivente judia, Maria Yefremev, que faleceu com mais de cem anos. Fez muitas pesquisas durante quinze meses e viajou pelos lugares por onde os personagens passaram. Tem uma entrevista com a Luize lá no blog da Editora Record.

Sinopse:

Um bebê nascido nas barracas de Auschwitz-Birkenau, em setembro de 1944. Uma sonata composta por um jovem oficial alemão, na mesma data, também em Auschwitz. Duas histórias que se cruzam e se completam. Décadas depois, Amália, jovem portuguesa, começa a levantar o véu de um passado nazista da família a partir de uma partitura que lhe é revelada por sua bisavó alemã. A dúvida de que o avô, dado como morto antes do fim da Segunda Guerra, possa estar vivo no Rio de Janeiro, a leva a atravessar o oceano e a conhecer Adele e Enoch, judeus sobreviventes do Holocausto. A ascensão do nazismo na Alemanha, culminando na fatídica Noite dos Cristais, a saga dos judeus húngaros da Transilvânia, os guetos na Hungria e Romênia, os trens para Auschwitz, os mistérios acontecidos no campo de extermínio da Polônia e o pós-guerra numa casa cheia de segredos num lago de Potsdam oferecem os trilhos que Amália percorrerá para montar o quebra-cabeça.

Resenha:

Berlim, 1999

Amália está indo ao encontro de sua bisavó Frida que está prestes a completar cem anos. Nunca se viram. Ela cresceu em uma casa onde não se falava sobre o passado. Sua bisavó é mãe de seu avô Friedrich, que é pai de seu pai Hermann. Nunca teve ligação com seus avós paternos e não sabia nem mesmo o porquê. Ficou sabendo de Frida ao ouvir um telefonema do pai com a avó. Ela pedia que ele fosse ao encontro de Frida para esclarecer coisas do passado, mas ele não foi. Amália decide ir no lugar sem que ele saiba e descobrir de uma vez por todas quais fantasmas assombram o pai durante muitos anos.

Friedrich, seu avô, desapareceu em outubro de 1944. Foi dado como morto no mês seguinte, mas o corpo jamais apareceu, alegaram que ele havia sido capturado pela Resistência e brutalmente assassinado. Ele foi um rapaz correto, dedicado e sonhador, mas infelizmente a Guerra não permitia que ninguém tivesse sonhos. Casou-se com Gretl e teve Hermann e viviam bem até começar a guerra. Ele foi mandado para o front e se destacou na Luftawaffe e sempre que acabava uma missão era mandado para outra. Ficou longe da mulher e do filho, mal o viu crescer. Certo dia ele foi eviado para Auschwitz.

Olhar pra trás é como entrar na contramão em uma avenida movimentada.

1944, data que tudo aconteceu com Friedrich e a última vez que viu a mãe. Partiu após ter ido na casa dela pedir ajuda para cuidar de uma criança judia sem sequer explicar de onde ela havia surgido. A mãe negou ajuda, então ele saiu levando o pequeno bebê inocente e nunca mais retornou nem deu notícias.

Amália estava conhecendo sobre o avô, alguém que horas atrás nem sabia ter existido e vivido de tal forma. Ela havia visto uma única vez outro homem no lugar de seu avô - Helmut -  que na verdade era padrasto de seu pai. Devido a ausência de Frederich, Gretl (sua avó) colocou outro em sua casa e este assumiu o filho dela como seu.

Frida pediu para que o neto fosse vê-la depois de tanto tempo para contar o que realmente aconteceu e contar que tinha suspeitas de que Friedrich estivesse vivo. Esses fatos Hermann quis apagar de sua vida e por isso nunca tinha comentado nada do passado com seus filhos. 

Frida não sabia quem era aquela criança que o filho tinha pedido ajuda pra cuidar - Haya - seria filha dele? Não tinha a resposta, mas havia recebido um bilhete e a correspondente se chamava Adele. Seria a mãe da menina? Amália precisava descobrir. Constava no bilhete que era do Rio de Janeiro no ano de 1947. 

Amália tinha um amigo no Rio de Janeiro e logo entrou em contato para pedir ajuda nessa busca amadora e arriscada. Este se dispôs a ajudar e ela embarcou rumo à sua história... Por coincidência ou não, Adele e Haya residiam próximo ao amigo de Amália e ele conhecia as duas. Ela estava animada e assustada ao mesmo tempo por estar tão perto da verdade.

Frida havia se tornado um depósito de informações para preencher conversas que não resistiam ao silêncio ou à fraqueza.


Marcaram um encontro e mesmo sem saber do que se tratava, Adele concordou em receber Amália. Adele era uma mulher marcada pelo sofrimento dos tempos de guerra. Ela lembrava claramente tudo que aconteceu junto da família. Ainda era muito nova, mas não foi poupada das lembranças ruins. Ela tinha apenas 9 anos quando Hitler virou chanceler e lhe roubaram a infância. Aos 14 anos foi separada da família.

Rio de Janeiro, julho de 1999 -  Adele falava pela primeira vez de todo passado para Amália e sua filha Haya.

Em 1944 Adele foi com a irmã, mãe e avô para o gueto de Nagyvárd comandado pelos gendarmes em Oradea, já estava grávida de Haya. É para lá que os judeus iam e viviam confinados. Depois tiveram que sair de lá. Os húngaros os entregaram aos alemães como se fossem pedaços podre sem espaço para armazenamento. Estavam num vagão de gado, sob tutela da Gestapo. Daí em diante só piorava, houve muito sofrimento e perdas até elas chegarem ao Rio e viver relativamente bem.


Eu estive nos crematórios de Auschwitz. Sou um Sonderkomando. Não importa o que eu faça, as pilhas de corpos dormem e acordam comigo.


É uma história marcante, sofrida que nos provoca uma série de sentimentos e reações no decorrer da leitura, mas que vale muito à pena ler e conhecer um pouco mais sobre o que aconteceu de fato naquele tempo. A autora escreveu de forma incrível todo o contexto foi surpreendente. Há um suspense em relação ao bebê que um soldado salvou, que é avô de Amália, e a bisavó depois de tanto tempo quer saber quem era aquela criança, se era sua neta ou não e se há possibilidades de seu filho estar vivo. Mas ela não tem muito tempo de vida e deixa essa missão nas mãos da bisneta. São páginas e mais páginas de tensão e curiosidade. Amei demais a forma como Luize desenvolveu a história, sou muito grata por ter recebido essa obra.

PROJETO: VALORIZANDO OS AUTORES NACIONAIS

Olá gente, tudo bem? Hoje trouxe uma novidade pra vocês. Eu e a Rebeca do blog Escrevendo e Rabiscando  estamos fazendo um projeto de valorização aos autores nacionais. E vamos fazer isso por meio de entrevista com eles para que vocês possam conhecê-lo e apreciar suas obras. Devemos dar o exemplo e ler os livros nacionais, esses autores são muito talentosos. Espero que gostem e caso tenha alguma outra curiosidade pode deixar nos comentários que eles irão responder!



O nosso primeiro entrevistado para dar início ao projeto é o autor Rafael Pombo. Ele tem dois livros publicados na Amazon, "Quatro Mundos" e "Os Mecanismos do Mundo".



A partir de que ideia resolveu criar essas histórias?

No caso de Quatro mundos, não foi uma situação habitual. Todos os contos da antologia foram, na verdade, escritos para concursos que exigiam temas específicos. Então, "Adagas e aranhas", por exemplo, foi escrito para um concurso de contos com o tema "caçadores de fantasmas". Para "Mil grous de papel", o tema era "desejos". Este último, aliás, foi o único que foi aceito em uma antologia que talvez nem exista mais. Como eu tinha então esses quatro contos — cada um deles com um tamanho até bem grande para um conto — não sendo lidos por ninguém, resolvi juntá-los em um livro só e colocá-lo à venda na Amazon. Sendo assim, as ideias eram limitadas pelo que chamam em inglês de prompts, que são sugestões de ideia com certos parâmetros dentro dos quais você é obrigado a trabalhar. "Escreva um conto de até cinco páginas sobre duas mulheres e que envolva um relógio" é um exemplo de prompt, um bem específico. Pode parecer limitador, mas já houve pesquisas apontando que a criatividade funciona até melhor quando precisa lidar com poucas opções, porque opções de mais podem causar uma paralisia no indivíduo, especialmente se ele for do tipo indeciso, sem foco e/ou perfeccionista, enquanto poucas opções forçam a mente a fazer o melhor com o que tem à sua disposição. Percebi que isso me ajuda, mas não gostaria de escrever apenas com base em prompts.

O que nos leva a Os mecanismos do mundo, o romance que começou como um turbilhão de ideias completamente desfocadas, sem algo para me guiar (um prompt, talvez!) e me mostrar de uma vez o que de fato eu queria com essa história. Quem vê esse livro curtinho sem nada de especialmente complexo nem acredita. Ele chegou a começar, por exemplo, com elementos sobrenaturais, mas essa ideia só estava me frustrando, e eu queria desesperadamente escrever de novo alguma história até o final sem desistir dela (como é meu modus operandi, infelizmente). Cheguei a um ponto em que eu quase desisti do ofício de escrever. Estava bem deprimido. Então eu fiz uma longa viagem e, enquanto ela durou, eu mal pensei em escrever. Resolvi só deixar a cabeça absorver novas experiências e aproveitar o momento. Quando retornei, de repente pareceu muito claro o que eu devia fazer: tentar escrever uma história apenas sobre os dramas das pessoas. Ocorreu-me que, talvez, eu me agarrasse aos elementos sobrenaturais que costumo incluir nas histórias como se eles fossem o que salvassem a história, o que a tornava interessante. Com isso em mente, senti que algo se desbloqueou em mim, e tudo o que eu queria para a história foi ficando até bem óbvio, natural. A história deveria ocorrer ao longo de um ano. Eu me limitaria aos três pontos de vista dos três personagens centrais. E assim foi. Acho que sem perceber, eu fui criando pequenos prompts que faziam sentido para a história, e durante um período de disciplina extraordinária que nunca mais consegui reproduzir, eu acordava todos os dias no mesmo horário e escrevia até bater uma meta alta de palavras (estilo Stephen King!), e em pouco mais de um mês o romance estava pronto.

Sempre quis ser escritor?

A palavra "escritor" só entrou no meu radar mesmo em torno dos meus 15 anos. Mas muito antes disso, desde pequeno, eu inventava histórias a meu modo. Eu tinha uma gaveta larga lotada de bonecos que eu fazia interagirem, lutarem, etc. Depois eu passei a desenhar histórias em quadrinhos com personagens baseados em mim e nos meus amigos. Finalmente, aos 15, eu descobri as fanfictions. Era extremamente divertido poder escrever suas próprias histórias nos mundos dos personagens de desenhos, jogos, etc. de que eu tanto gostava. Só que eu logo percebi que o mais legal mesmo era fazê-los interagir com personagens que eu criava, o que chamam no mundo das fanfictions de OCs (original characters ou personagens originais). Naturalmente isso me levou a me perguntar se não havia um modo de escrever histórias totalmente originais e ainda assim fazer as pessoas se interessarem por isso. Ei, eu podia ser escritor! Daí em diante, foi uma jornada de aprendizado, tentativas e erros, pensamentos de desistência... e até pequeninos sucessos.

O que te inspira a escrever?

A possibilidade de vivenciar situações e encarnar indivíduos que estão fora do escopo da minha vida e compartilhar ideias e experiências comuns. Ficou muito críptico? Haha. Tento explicar:
Eu me canso rapidamente dos limites da minha vida. Quem eu sou, como sou, aonde posso ir, o que posso fazer. Escrever é uma forma de explorar circunstâncias que me despertam curiosidade ou desejo. Eu posso, por exemplo, escutar uma música que me faz imaginar um lugar muito bonito, fantástico, quase saído de um conto de fadas, e fico com tanta vontade de ir até lá, que a minha forma de descobrir que lugar é esse é elegendo um personagem para ser meu enviado especial a esse lugar. Pode parecer meio estranho, mas acho que é como minha cabeça funciona. E, por meio dessa história — neste exemplo, uma fantasia, provavelmente —, eu busco relatar experiências que nos conectam como seres humanos. Verdades que nos aproximam.

Posso estar enganado, mas acho que certa vez ouvi o Fábio Porchat (olha aonde chegou a resposta, haha) dizer que um motivo pelo qual ele faz comédia é para obter do público não só risadas, mas risadas com uma reação de "Isso é verdade!", pois há uma identificação mútua. A comédia, a boa comédia, a melhor comédia, na minha opinião, não se trata de inventar uma piadinha fácil qualquer zombando de determinado grupo ou ser politicamente correto ou incorreto, e sim trazer às pessoas observações inteligentes a respeito da vida, coisas pelas quais todos passamos, e apresentar essas observações de modo inusitado. Uma piada inteligente e verdadeira sobre fios de carregadores de celulares que misteriosamente se enroscam durante a noite quando você os deixou retinhos antes de ir dormir é mais engraçada do que uma piada sobre o presidente ser um vampiro, pois todos passamos por isso... certo? (Bem, melhor ainda se você conseguir fazer uma conexão entre as duas coisas, haha.) Então também escrevo para obter a mesma reação de "Isso é verdade!", "Sei bem como é!", etc. dos leitores, pois sinto que isso nos aproxima.

Cite alguns motivos para que as pessoas leiam seus livros.

Hum... talvez um diferencial meu? Na resposta à pergunta anterior, falei das minhas inspirações primárias, então eu diria que o meu diferencial em termos de o que precisamente incluo nas minhas histórias seja o que vem das minhas inspirações mais concretas, do que consumo, do que admiro. Diferentemente da maioria (imagino) dos autores ocidentais de livros contemporâneos, eu me inspiro mais em obras orientais do que ocidentais. Por exemplo, enquanto um escritor brasileiro de fantasia costumar se inspirar em Tolkien, Dungeons & Dragons e Harry Potter, eu costumo me inspirar em Murakami, Final Fantasy e mangás. Tem algo na sensibilidade, na estética japonesa que me atrai muito e, até hoje, mesmo tendo estudado japonês e continuando a consumir obras de lá, não sei precisar bem o que é. Aparece em todas as artes, inclusive na música, que me parece ter letras mais metafóricas e poéticas do que a que se costuma ouvir no Ocidente.

Hayao Miyazaki, conhecido no Ocidente por animações como A viagem de Chihiro, certa vez falou do conceito de ma ("espaço", "vazio") que permeia seus filmes. Se você assistir a alguns deles, vai perceber que, em várias ocasiões, a ação parece cair, dando lugar a momentos de pausa, de contemplação. Os personagens, por exemplo, fazem coisas que não estão necessariamente ligadas ao avanço da história, mas que revelam mais sobre quem eles são. Isso é uma manifestação do ma, que não é o vazio pelo vazio, mas um vazio com um sentido emocional. Isso vai de encontro aos ensinamentos de roteiro no Ocidente (em sua maioria advindos de Hollywood) em que dizem que dar uma pausa ao leitor de um livro, por exemplo, para que ele diminua o passar das páginas e reflita sobre alguma coisa, é um grande erro. "Nunca pare a correria, os problemas, os conflitos; os personagens não podem respirar — e nem o leitor." Isso não é errado em si, mas descobri que não gosto de seguir essa "fórmula" e que aprecio os momentos de ma. Portanto, também tento trazer isso ao que escrevo.

De forma alguma quero me comparar a mestres consagrados de suas áreas, mas só para ilustrar o pensamento, se a maioria dos escritores ocidentais de fantasia são Disney, eu sou Miyazaki. Um não é essencialmente melhor do que o outro, apesar de todos terem suas preferências, mas se alguém acha que o mercado está muito saturado de Disney e quer tentar algo diferente, talvez queira tentar um pouco de Miyazaki, e esse pode ser um dos motivos para lerem meus livros.

QUOTES LIVRO: "ENERGIAS POSITIVAS SEMPRE", CAROL DE LUCCA

Livro lindo que recebi da parceira Carol de Lucca.


O livro traz uma série de poemas que relatam o nosso cotidiano. Há poemas sobre amor, amizade, a vida, o tempo, a família, a fé e muito mais. A autora traduz em palavras aquilo que vem do coração. É uma leitura que desperta muitas emoções e reflexões também.

São palavras que tocam fundo, e como despertar-se de um transe. O mundo gira, não para, e nós devemos estar sempre atentos a tudo e a todos ao nosso redor.

O tempo acaba somente quando a gente morre (nessa vida)! Enquanto houver vida e ousadia, sempre teremos temo de recomeçar!


O sonho te impulsiona, te move. A ilusão te adormece, te faz quieta. O sonho desenvolve teus melhores sentidos. A ilusão te faz perdê-los. O sonho te dá asas. A ilusão mata seu tempo... e claro, corta as asas! 


E não pense que ser forte é fácil. Fácil é ser fraco e se fazer de vítima do mundo, da vida... Ser forte é ser uma muralha em construção. Construir o mundo com a verdade da alma e o suor das mãos! 

RESENHA LIVRO: "PARASITO", ANDREA RANGEL

Mais uma resenha do livro de uma parceira linda, a Andrea Rangel. Quando recebi  essa obra, ainda estava em pré venda e precisava vender alguns exemplares para que fosse lançado. Graças a Deus esse sonho dela será realizado e em breve estará prontinho e venho avisar pra vocês. 



Sinopse: 

Romeo, um cientista dedicado ao estudo da malária, entra em crise e começa a desfazer as mentiras da relação familiar, incluindo a da mulher que o trai, da filha suicida e do filho que não é seu. A sua origem também é nebulosa, e passa a ser desvelada no decorrer do livro: criado por uma tia-mãe, retoma aos poucos o contato com sua mãe biológica e o fantasma de seu pai. Diante das perguntas sem respostas a que é constantemente submetido, acaba se confrontando com a dimensão microscópica do homem. Há quem enlouqueça e há quem siga em frente, resignado. E há também aqueles que, como Romeo, ficam no meio do caminho, entre o surto e a vontade de seguir adiante.

Resenha:

Romeo foi criado por sua tia Jacinta, ela é irmã de sua mãe que morreu  quando ele nasceu. Nunca conheceu o pai, sua tia disse que ele era um cientista que havia  partido e ninguém nunca mais soube notícias dele. A vida de Romeo nunca estava longe de ser perfeita, era muito conturbada, pois ele tinha problemas psicológicos. Estava com 53 anos e já sentia como se não existisse mais. Era biólogo e trabalhava no segundo maior laboratório de microbiologia da América Latina. Ele estuda sobre a malária.

Era casado com Cecília que o traía constantemente e ele fingia que não sabia. Tinha dois filhos com ela: Isadora e Ricardo, na verdade o menino não era dele mas assumiu como se fosse. Romeu tinha suspeitas de que sua mãe não estivesse morta, mas não iria querer encontrá-la porque sentia muita raiva dela. Ficou sabendo que quando ela descobriu a gravidez tentou abortar, então ele culpava essa atitude dela ao fato de nunca ter sido bom das ideias. Queria mesmo era encontrar seu pai, pois acreditava que era um sofredor na mão da mulher assim como Romeo era.

Quando começou a ter essas desconfianças decidiu ir investigar por conta própria, procurar pistas que o levasse aos fatos. Como sua tia Jacinta já estava muito debilitada, não tinha condições de lhe dizer nada, não dizia mais coisas concretas. Então partiu em busca de alguma notícia sobre a mãe, se ela estivesse mesmo viva poderia esclarecer a história e contar onde estava seu pai. Não seria fácil lidar com tudo isso, era da sua historia que estava indo atrás, de algo até então desconhecido por ele. Tinha medo das respostas e ao mesmo tempo estava ansioso para saber qual rumo sua vida iria seguir já que no momento nada fazia sentido.

Não sei o que fazer comigo, não sei o que fazer com você. Não sei o que fazer, apenas isso.

Enquanto isso, a vida conjugal vai de mal a pior, sua filha de apenas 16 anos se envolveu com coisa errada e tinha um namorado que não era lá grande coisa. Ele não tinha mais o controle de sua família, já se considerava um fracassado. Somente as descobertas que estava prestes a fazer é que iriam confirmar ou desfazer essa ideia.

Parasito é um livro intenso, vemos pela perspectiva de Romeo como tudo acontece. Cresceu sem saber de onde veio, lhe contavam apenas o insuficiente. E suficiente para fazer com que ele fosse alucinado, pensava demais e não chegava a nenhuma conclusão, ficou perturbado. Não fez uma boa escolha da mulher com quem se casou e sofreu as consequências. Tudo isso agravou seu estado.

É a dor perene que alimenta a imaginação infértil, paralisada pela ausência de traços e sons. 

Vale muito à pena ler, foi uma leitura que despertou uma série de sentimentos em mim e me fez sair da zona de conforto por ele ser intenso e abordar algo tão angustiante que é a trajetória de Romeo em busca de respostas da sua vida mas a principal busca é a por ele mesmo. Um livro incrível, parabéns a autora, desejo sucesso e obrigada por ter me presenteado!

ESPECIAL DIA DA MULHER

Olá meus amores, tudo bem por ai? Quero desejar um Feliz dia da Mulher para todas essas lindas que acompanham o blog! E hoje criei uma tag para destacar algumas personagens dos livros que para mim são exemplos. Espero que gostem.





Uma mulher que sofre preconceitos: 

Paloma do livro Qual o peso? Ela estava acima do peso e sofria muito bullying, principalmente do namorado.

Uma mulher que é humilhada e dá a volta por cima:

Melina do livro Tola, após passar a maior vergonha de sua vida provocada pelo ex-namorado vai pra outro país e depois volta para mostrar que venceu.

Uma mulher que não segue os padrões da sociedade:

Soraya do livro Noites de Sol, ela desconstoi todos os padrões e é muito julgava por isso. 

Uma mulher que vive o dilema de relacionamento:

Isa do livro Homens e Anjos, seu casamento não estava mais lhe agradando e um novo pretendente surgiu em vista e isso a deixa dividida.

Uma mulher desapegada:

Duda do livro O Treinador do Meu Sobrinho, ela é livre de apegos e vive a vida sem ter que dar satisfações a ninguém.

Uma mulher que sofreu uma perda irreparável e que conseguiu superar:

Rebeca do livro De Encontro à Minha Vida, ela perdeu seu marido em um trágico acidente, o amor da vida dela. Essa perda a destruiu mas ela foi um exemplo de superação.

Uma mulher corajosa:

Shopie do livro (Um)Perfeição