UM DIA NO PARQUE

Quero compartilhar com vocês umas fotos que fiz no Parque da Sementeira aqui em Aracaju. Foi um trabalho da faculdade onde saímos para praticar. Antes de pegar a matéria eu não tinha nenhum interesse pela fotografia, até que no decorrer do semestre fui me apaixonando de uma forma que hoje tudo que vejo quero fotografar. Os mínimos detalhes. A fotografia diz muitas coisas por si só.


A fotografia refresca, abre o apetite, deixa um aroma no ar, muda complementos...


... ela induz, seduz, cria necessidades que antes não existiam.


Uma fotografia é um instante de vida capturado para a eternidade.


A fotografia capta o estado da alma e as relações mútuas dos protagonistas.


De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório.


TAG: HÁBITOS DE LEITURA

Oi gente, tudo bem com vocês? Primeiro quero pedir desculpas pela ausência, aconteceram muitas coisas nesses últimos dias e não deu pra postar, mas estou de volta. Hoje vou responder uma TAG bem legal que vi no blog parceiro Escrevendo e Rabiscando



1. Quando você lê? Manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo?

R: Não tenho um horário fixo pra ler. Como o meu tempo é muito corrido, eu leio sempre que vejo oportunidade (ônibus, fila de supermercado e por aí vai rsrs).

2. Você lê apenas um livro de cada vez?

R: Não. Sempre leio junto um da faculdade e outro de minha escolha.

3. Qual seu lugar favorito para ler?

R: No quarto.

4. O que você faz primeiro: lê o livro ou vê o filme?

R: Leio o livro.

5. Qual formato de livro você prefere? E-book, áudio livro ou livro físico?

R:Livro físico.

6. Você tem um hábito exclusivo ao ler?

R: Quando eu tô no meu quarto eu bebo café.

7. As capas de uma série tem que combinar ou não importa?

R: Acho mais interessante quando combina.
            

NÃO CORRA ATRÁS DAS BORBOLETAS

Olá gente, tudo bem com vocês? Espero que sim! Encontrei um texto bem bonito e trouxe pra compartilhar com vocês. Me contem o que acharam.


Muitas vezes, passamos por um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade, uma casa, etc.

Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante, precisamos estar prontos e maduros para viver determinadas situações. Se isto está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase: "Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e elas virão até você".

Devemos compreender que a vida segue seu fluxo perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio". O rio vai sozinho, obedecendo ao ritmo da natureza. Se passarmos todo tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.

Mas se nos dedicarmos a cuidar de nosso jardim, a transformar o nosso espaço (a nossa vida) num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável... as borboletas virão até nós!

Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá.

RESENHA: DOCUMENTÁRIO "JANELA DA ALMA"


O documentário relata sobre pessoas que possuem problema de vista e como isso influencia suas vidas. São 19 entrevistados que contam suas experiências e opiniões com o intuito de proporcionar ao expectador a sensação de enxergar o mundo através do olhar da pessoa que vê pouco ou tem cegueira total. Janela da Alma é o olho que vê através da janela as coisas extraordinárias que estão a nossa volta, uma maneira diferente de perceber o mundo que está saturado de imagens, a importância das emoções como elemento transformador da realidade.

Eu gostei bastante desse documentário, assisti várias vezes e em cada uma delas pude perceber algo diferente que não tinha notado antes. Tem tantas coisas incríveis no mundo, tantas coisas inéditas à nossa volta que não vemos. Vemos tão pouco. A correria diária faz com que muitos acontecimentos passem despercebidos. Muitos acham que algo surpreendente é aquilo que todo mundo vê, engana-se, pois um simples pingo de chuva caindo sobre uma folha é bem mais emocionante do que se possa imaginar. Minha experiência do olhar acontece no cotidiano, onde observo desenhos formados nas nuvens, nas paredes, nas árvores, vendo o nascer e o pôr do sol, me admirando com o desabrochar das flores.

"O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo [...] Manoel de Barros
Dizem que cada experiência do olhar é um limite, em minha experiência fui além deste limite ao observar detalhadamente o desenrolar de cada coisa simples, ao ver um pequeno grão germinar e crescer. Ao ver que todos os dias está o mesmo desenho formado na nuvem no mesmo local.

É uma experiência maravilhosa, quem ainda não assistiu está aí a dica pra vocês. Quem já assistiu me conta o que achou e quais coisas incríveis puderam notar. 

NOVIDADE



Oi gente, tenho mais uma novidade pra vocês. O blog está com mais uma parceria. Dessa vez é com a Rebeca Vieira do Escrevendo e Rabiscando. Estou muito feliz e espero que vocês gostem dos projetos que iremos fazer. 

RESENHA: "UMA LONGA JORNADA", DE NICHOLAS SPARKS


Ira Levinson tem 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo. Ele sofreu um acidente de carro e não havia ninguém no local que pudesse socorrê-lo, enquanto isso tentava se manter consciente. Começou a ter visões de sua esposa que morreu há 9 anos, estava relembrando todos os momentos que viveram juntos.

Sophia Danko é uma jovem estudante de história da arte, ela acompanha sua amiga a um rodeio, lá é assediada pelo ex-namorado e Luke Collins a defente, um caubói que acabou de vencer a competição. Ele e Sophia começam a conversar. Luke é muito diferente dos outros caras. Aos poucos, Sophia começa a descobrir um novo mundo e percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não pusesse tudo a perder.

Ira e Ruth. Luke e Sophia. Dois casais de gerações diferentes que o destino cuidará de unir, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia nesta longa jornada.

Dois casais que não se conhecem, mas que se conectam de maneira espetacular no decorrer da história. Nicholas mais uma vez me deixando de boca aberta kkk. Os livros dele me conquistaram de uma forma que não consigo mais ficar muito tempo sem ler nada dele, a escrita é maravilhosa, envolve demais. 

Luke e Sophia são jovens que vivem em mundo diferentes. Ela é uma universitária e veio de Nova Jersey, já Luke é um peão de rodeio e luta para sustentar a fazendo em que mora com a mãe. Ira e Ruth já não podem mais viver a história deles, mas é contada a partir das lembranças de Ira. No início fiquei um pouco confusa quanto ao que o autor estava pretendendo em contar essas duas histórias, continuei a ler pra ver no que ia dar. Tomei aquela baita surpresa e fiquei maravilhada com a criatividade do autor em fazer tamanha conexão. Amei a leitura, tem romance, muitas cenas lindas, alguns mistérios e segredos também. Ah, outra coisa que eu amo nos livros dele é a riqueza de detalhes existentes, a descrição das expressões e sentimentos.

Mas quando deu aquele sorriso largo e amigável, ele sentiu em seu peito, como o sol se elevando sobre a neblina.


TEXTO: "O CONSTRUTOR", AUTOR DESCONHECIDO

Oi gente, tudo bem com vocês? Hoje trouxe uma reflexão, espero que gostem. Uma ótima semana e que Deus abençoe a todos!

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Um velho carpinteiro estava prestes a se aposentar. Ele falou ao seu empregador -um construtor- de seus planos de deixar o trabalho de construir casas, para viver uma vida mais sossegada com sua esposa, filhos e até netos. Ele perderia os incentivos, mas ele precisava se aposentar. As coisas se encaminhariam, ele sobreviveria.

O construtor ficou sentido de ver que seu bom carpinteiro ia embora e lhe pediu que ele construísse só mais uma casa, como favor especial. O carpinteiro disse sim, mas era fácil perceber que ele queria dizer não, que seu coração não estava naquele trabalho. Não houve esmero na seleção dos ajudantes e o material utilizado foi de qualidade inferior. Um jeito infeliz de terminar a carreira.

Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta da frente para o carpinteiro. 

"Esta é a sua casa", disse ele, "presente para você". Que choque" Que surpresa! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente. Agora ele teria que viver numa casa que ele construíra tão mal. 

Assim acontece conosco. Nós construímos nossas vidas de forma distraída, reagindo ao invés de agir, simplesmente colocando nossas ações de qualquer maneira. Em pontos importantes, não damos ao trabalho o melhor de nossos esforços. Depois chocados, olhamos para a situação que nós mesmos criamos e descobrimos que estamos agora  vivendo na casa que nós mesmos construímos. Se soubéssemos, teríamos feito diferente.

Imagine-se sendo o carpinteiro. Pense na sua casa. Cada dua você bate um prego, coloca um tijolo ou levanta uma parede. Construa com sabedoria. Esta é a sua vida, a única que você vai construir. Mesmo que você vá vivê-la apenas por mais um único dia, este dia merece ser vivido de maneira graciosa e com dignidade. O cartaz na parede diz "A vida é um projeto do tipo faça-você-mesmo".

O que pode ser mais claro do que isto? A sua vida hoje é o resultado das atitudes e escolhas que você fez no passado. A sua vida amanhã será o resultado das atitudes e escolhas que você faz hoje.

RESENHA: LIVRO "A OUTRA FACE", SIDNEY SHELDON


Sinopse: Conta a história de Judd Stevens, psicanalista bem-sucedido, ele se vê subitamente imerso numa rede de intrigas que pode lhe custar a liberdade... e a vida. Duas pessoas de seu círculo pessoal foram assassinadas. Entre os suspeitos estão uma atriz decadente e ninfomaníaca, um pai de família com tendências homossexuais, um empresário neurótico e uma jovem misteriosa. Ou, quem sabe, seria o assassino o próprio Dr. Stevens?

Resenha:

Judd Stevens é um psicanalista que vive a vida tranquilamente até que tudo vira de cabeça para baixo e ele se vê perdido sem saber o que fazer para reverter a situação.

Carol Roberts, antes de ser sua secretária, foi presa acusada de prostituição, vagabundagem e posse de maconha. Em sua audiência, dr. Stevens ofereceu uma oportunidade para ela mudar de vida, pagando um curso de secretária pra que ela pudesse trabalhar em sua clínica. Ela se tornou uma pessoa melhor e já havia quatro anos que trabalhava no consultório. 

Ela fora assassinada brutalmente dentro da clínica logo após a morte de John Hanson, este era um paciente casado e  com uma filha, mas que era homossexual, buscava tratamento para tentar descobrir o que ele realmente queria. No dia em que foi liberado, decidira continuar com a esposa e terminar seu  segundo relacionamento com Bruce Boyd - este ficara inconformado e com muita raiva de Judd.  Ao sair do consultório feliz da vida para contar a novidade para a esposa, foi surpreendido por alguém que lhe dera um golpe de arma branca o levando à óbito. 

Hanson estava usando uma capa de chuva do Dr. Judd, pois estava chovendo no momento de sua saída. Assim que acharam o corpo na rua, os tenentes da Divisão de Homicídios foram à procura do médico em busca de esclarecimentos. O tenente McGreavy estava desconfiado de Judd, pelo fato de Hanson estar usando sua capa e logo após o acontecimento haver outro homicídio, mas o segundo tenente Angeli não acreditava que o culpado fosse Judd.

O tenente McGreavy não gostava do dr. Stevens porque ele tinha tratado de Ziffren, homem que matou seu parceiro de trabalho, e alegara que seu cliente era inocente, pois tinha insanidade mental, o assassino fora enviado para uma clínica psiquiátrica e não para a prisão, fato que despertou a fúria de McGreavy e este nutria um sentimento negativo para com Judd e ele jurara que iria juntar todas as provas pra incriminar o doutor e colocá-lo na cadeia.

Daí se inicia as investigações para esclarecer essas mortes até então misteriosas, não dava para acreditar que era uma coincidência, pois as duas vítimas estavam ligadas a Judd Stevens e todos os indícios levaram a suposições que o alvo desejado seria o doutor. Essa suposição foi comprovada quando dois homens entraram em seu consultório para matá-lo. Desligaram os interruptores e seguiram em direção à sua sala, mas Judd encontrou uma maneira de se safar. Ao relatar o ocorrido para a polícia, mais um indício de que ele estava tentando sair da lista de suspeitos, pois não houve arrombamento no local, mas as chaves para entrar lá eram especiais, só ele e Carol tinham, mas a chave de Carol estava com a perícia, então só restava a dele.

Judd Stevens fora casado com Elizabete, mas ela morreu em um trágico acidente, estava esperando um filho. Judd ficou tão abalado que nunca mais se relacionou e nem se interessou por ninguém. Até conhecer Anne Black. Esta era uma paciente misteriosa, pois havia o procurado sem indicação de outro médico para tratar de um problema que nem ela mesma sabia qual era. Casou-se com o dono de uma firma de construções há três meses e Judd desconfiava que o motivo fosse algo que ela descobrira a respeito do marido.

Outra suspeita é Teri Washburn, ela é uma ninfomaníaca, foi uma grande atriz de Hollywood, casou-se seis vezes e assassinou um amante, fato que ocultou do doutor em suas consultas.

Harrison Burke era um executivo dos altos escalões, porém era um paranoico, com tendências homicidas. Achava que todos estavam querendo matá-lo e acreditava que deveria agir primeiro, pois se julgava muito intelingente.

Judd ouviu todas as suas consultas para descobrir alguma pista, mas apenas esses quatro pacientes apresentam uma suspeita e ele teria que investigar cada um para saber se alguém de fato estava querendo matá-lo ou se ele estava ficando maluco.

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Eu amei esse livro, já li outros títulos do autor e me apaixonei. Ele escreve de uma maneira que prende o leitor até o fim. Gosto muito de suspense, investigação e já começo a fazer as minhas né haha. A escrita é envolvente, primeiro ele deixa pontos soltos que ao decorrer da história vão se cruzando, fiquei muito satisfeita com a leitura e já estou providenciando novos livros de Sidney Sheldon.

E vocês já leram esse ou outros do autor? O que acharam? Espero que tenham gostado!