RESENHA: DOCUMENTÁRIO "NASCIDOS EM BORDÉIS"

Oi queridos leitores, tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje trago para vocês a resenha de um documentário maravilhoso, aqueles que amam fotografia vão gostar muito. 


Dirigido por Zana Briski e Ross Kauffman que relata a vida das mulheres e crianças no Distrito da Luz Vermelha. Briski se muda de Nova Iorque para a Índia dedicando-se a observar as mulheres prostitutas em meio ao tráfico de drogas, bebidas, violência, sujeira e pobreza. Mora com elas durante alguns anos e as crianças se mostram curiosas e interessadas a fotografar, daí surge a ideia de ensiná-las a mexer nas câmeras e dar para elas a missão de fotografar tudo o que achar interessante. Esta atitude surpreendeu Zana, pois as fotos foram melhores do que ela imaginava, todos descreviam a situação em que viviam, as pessoas imundas, em ambientes imundos. Elas descobriram uma forma de se expressar através da fotografia.

Zana acompanhava oito crianças, tornou-se professora, assistente social e amiga delas. São crianças nascidas e criadas em bordéis, presenciado tudo o que acontece. São cheias de vida, porém retraídas, existem muitas coisas dentro de cada uma delas, têm aparência de que carregam o mundo nas costas. Elas trabalham em troca de algum dinheiro lavando louça, varrendo o chão e fazendo compras para as mulheres da vizinhança, mas são tratadas muito mal, recebem muitos xingamentos.

São tão pequenas, mas sabem que o "trabalho" de suas mães não é certo. Shanti falou que chega homens bêbados e levam sua mãe para trabalhar no quarto, eles fecham a cortina para ela não ver o que acontece, enquanto isso todos vão brincar no telhado. As meninas dizem assustada que não querem este trabalho quando crescer, mas as mulheres repetem sempre que este será o destino delas, por isso Zana luta para o seguir matriculá-las em escolas que possam ter um futuro melhor longe daquele lugar.

A fotógrafa conseguiu realizar uma exposição com as fotos das crianças, fotos que revelam a devastação de suas histórias, seus medos, suas esperanças e seus desejos.

Eu achei bem interessante, pois todas as crianças são carregadas de otimismo, mesmo com as péssimas condições de vida. A fotógrafa surgiu como uma oportunidade de algumas horas de lazer e felicidade para estes pequeninos. Elas podiam ver algo melhor com suas fotografias apesar de fotografar a precariedade.

Nascidos em bordéis mostra o sofrimento vivido por crianças e elas têm a fotografia como uma distração para esquecer nem que seja por um momento a dura realidade e o interessante é que elas levam muito à sério o desafio, prestando bastante atenção nos elementos fotográficos e toda sua composição. Apesar de ser relatado o sofrimento, o olhar fica voltado para o compromisso com aquele novo trabalho, pude aprender bastante coisa, tanto sobre a vida quanto sobre as técnicas e as perspectivas fotográficas.

PLAYLIST DA SEMANA

Olá meus amores, pra vocês começarem uma semana bem tranquila e suave trouxe essas músicas que eu gosto muito, espero que vocês também gostem. Elas ajudam a me manter bem calminha durante alguns minutos rsrs. Ótima semana, beijos :*





RESENHA: LIVRO "A ROSA PERDIDA", DE SERDAR OZKAN

Oi gente, trouxe pra vocês a resenha de um livro que li já tem um tempinho, mas que a história dele permanece tão viva em minha mente que parece que foi ontem que o li. Muito interessante, no meu dia a dia acontecem coisas que me faz lembrar do que está escrito nele, por isso achei legal recomendar pra vocês. Espero que gostem!


Sinopse: Diana é uma jovem de 24 anos, rica, bela, inteligente e atraente, que está acostumada a ter tudo e todos aos seus pés. Mas, nesses últimos tempos, tem percebido que isso não é suficiente para que uma pessoa seja feliz. Sua mãe, pouco antes de morrer, lhe falara a respeito de uma irmã gêmea, Maria, que foi embora junto com seu pai. Essa revelação bombástica é seguida de um pedido - Diana deve encontrar essa irmã. Com isso, a jovem de repente é levada a retomar o passado e buscar pistas sobre o paradeiro da sua irmã gêmea, através de cartas que ela teria mandado para a mãe. Ao buscar sua irmã, Diana acaba por encontrar a si mesma. E começa toda uma nova aventura. A Rosa Perdida é um romance sobre a família, o amor e o lado universal do homem.

--

É uma história inspiradora, uma viagem íntima ao sentido da vida. Diana é uma mulher muito vaidosa que se importava com o que os outros pensavam dela. Escreve lindas histórias e gostaria de seguir a carreira de escritora, mas todos diziam que ela deveria ser advogada, então entrou na faculdade de direito. Por ser muito rica, sempre tinha tudo que desejava e a admiração das pessoas. Morava em uma das melhores casa do Rio de Janeiro. Sua mãe, devido a uma doença havia falecido, e poucos antes de morrer entregou-lhe uma carta, alegando que era seu último desejo aquilo que estava escrito. 

Na carta dizia que o pai dela não havia morrido, ele a abandonou quando ela tinha apenas um ano de idade. E também que ele tinha levado Maria, sua irmã gêmea. O desejo de sua mãe era que Diana encontrasse essa irmã e se unisse a ela. Depois de ler aquela carta sua vida ficou muito perturbada, ela não aceitava essa irmã, mas como era o último pedido da mãe, sentiu a necessidade de cumprir.

Através de algumas referências deixadas na carta, Diana vai até Istambul, lá encontra Zeynep Hani, uma mulher misteriosa na qual sua irmã vivera bons momentos. As duas conversaram bastante e Zeynep ensinou a Diana tudo o que havia ensinado a Maria, entre elas, ouvir as rosas; que significa ver as mais simples coisas que não damos importância.

Passado alguns dias, Diana volta para o Rio, pois recebeu a notícia de que Maria havia ido pra lá. Ao chegar não encontra nenhum sinal de sua irmã. Em seguida, recebe novas informações de onde Maria possa estar e segue até o destino, novamente nenhum sinal. Nessas idas e vindas em busca de uma verdadeira informação, ela conhece várias pessoas que passaram pela vida dessa irmã e vai convivendo com elas também para poder entender um pouco sobre o que havia passado durante aqueles anos longe dela e de sua mãe.

Depois de algum tempo viajando decide voltar para casa e procurar alguma pista. Revira as coisas pela casa e encontra uma carta escondida atrás de um quadro escrito em letras miúdas sobre o paradeiro de sua irmã. Diana fica chocada ao ler e descobrir onde está sua irmã.

É um livro cheio de mistérios, onde tem como objetivo mostrar o verdadeiro sentido da vida e deixar a mensagem que todo ser humano tem que fazer uma viajem para dentro de si mesmo. Eu amei demais esse livro, me surpreendi bastante com o desfecho, me senti naquela aventura de busca e fiquei impressionada quando Diana descobre quem é sua irmã. É fantástico! 

RESENHA: LIVRO "SEARA VERMELHA", DE JORGE AMADO


Seara vermelha é um livro de crítica social, conta a história de uma família de retirantes nordestinos que foram para o Sudeste brasileiro tentar uma nova vida. Em sua estrutura socioeconômica mantém um discurso atual.

O romance destaca a realidade brasileira, a injustiça, o desamparo de um povo sofrido em que se dedica a cuidar de terras que não são suas e ainda são explorados pelos senhores feudais. Eles aceitam tudo isso porque é o único meio que têm de sobreviver. São vinte anos de trabalho árduo e chega o dia que recebem a triste e decepcionante notícia de que o patrão vendeu a fazenda e eles terão que se retirar o mais depressa possível. Os pais Jerônimo e Juncundina partem com seus filhos, netos e irmãos.

O enredo do romance tem foco na trajetória dessa família de 11 retirantes e como eles lidam com a miséria e a seca no sertão nordestino. Os camponeses saem em rumo à Juazeiro do Norte, no estado da Bahia, à pé, de lá seguem de navio até São Paulo. Seguem na esperança de dias melhores, de mudar o sentido de suas vidas e dar um futuro feliz aos seus filhos, sem miséria, sem fome sem doença e sem humilhação.

É uma obra que expressa toda a crença ideológica do autor. Na biografia de Jorge Amado está presente sua participação no Partido Comunista, o que o faz descrever tal experiência nos personagens.

Confesso que não tinha muito interesse em ler este livro, até que precisei fazer um trabalho na faculdade. Fiquei muito impressionada com a leitura, não imaginava que ia gostar tanto. Ele é bastante envolvente, me deparei com uma realidade triste daquelas pessoas, mas que nos traz uma série de reflexões quando fala sobre como é a vida e o perfil de cada personagem, o que eles passam a cada dia e quais suas expectativas. Eles seguem tentando entender o motivo de todos aqueles acontecimentos, até quando um de seus filhos luta bastante e um dia pode voltar para onde iniciaram sua vida para esclarecer o que causava as mazelas daquela região. 

Teve alguns momentos que eu achava estar estendendo tudo, mas há um certo embaralhar dos fatos para que o leitor ache que se enganou, mas daí pude perceber o "disfarce" escondido naquela confusão. O leitor tem a liberdade de formular seus pontos de vista, e no decorrer da história o autor vai conduzindo à confirmações do que antes eram apenas suposições.

Fiquei muito seduzida com a escrita, ele é simplesmente fantástico, eu amei. 

E ai, vocês já leram este livro ou algum outro de Jorge Amado? O que acharam?

CRÔNICA: "A MELHOR COISA QUE NÃO ME ACONTECEU"

Oi pessoas, hoje trouxe pra vocês uma crônica de Martha Medeiros, que está presente no livro "Feliz por Nada". Gosto muito dos textos dela, espero que gostem também. Ela é colunista do Jornal Zero Hora e O Globo, suas crônicas falam sobre a felicidade, amizade, amor e no geral. 


É uma leitura muito agradável, eu amei e super recomendo pra vocês. A autora relata momentos vividos e a maneira que age diante deles e uma forma bem descontraída. 

Vamos à Crônica:

02 de agosto de 2009

Antes do ator Daniel Craig ser confirmado como o primeiro James Bond loiro do cinema, em 2006, havia uma onda de boatos que prenunciava Clive Owen no papel. Lendo uma entrevista com Owen, ele disse que essa foi a melhor coisa que nunca lhe aconteceu, pois quanto mais ele negava a informação, mais se falava sobre ele. É uma maneira de se divertir com o destino, mas a frase que ele usou é tão boa que deixemos o bonitão para lá e vamos adiante: qual foi a melhor coisa que nunca lhe aconteceu?

Comigo, acho que foi aos 14 anos de idade. Eu iria para a Disney com a família e alguns primos. Estava ansiosa pela viagem, quase não dormia à noite. Seria minha primeira vez no exterior, um acontecimento. No entanto, uns dez dias antes de embarcar, o governo estabeleceu um tal imposto compulsório que tonou a viagem proibitiva. Fim de sonho: não haveria grana para bancar a aventura. Os passaportes novinhos em folha foram para o fundo da gaveta e eu passei mais algumas noites sem dormir, só que dessa vez de tristeza. 

Era julho e minhas férias escolares se resumiram em ficar em casa. Porém, havia uma excursão do colégio para a Bahia, e muitas de minhas colegas de aula iriam. Pensei: nada mal como prêmio de consolação, trocar o Mickey pelo Pelourinho. O preço era uma merreca se comparado a uma viagem aos States. De ônibus até Salvador, imperdível! Virei, mexi, implorei, consegui a última vaga e fui. Resultado: voltei com meia dúzia de amizades tão fortalecidas que, até hoje, somos como irmãs. Tenho certeza de que se eu não houvesse viajado com elas, eu jamais teria entrado para o grupo a que pertenço com orgulho até hoje. A Disney foi a melhor coisa que nunca me aconteceu.

Fico imaginando as histórias que podem não ter acontecido com você. Namorar uma pessoa por oito anos e romper dias antes de subir ao altar: não ter casado pode ter sido a melhor coisa que nunca lhe aconteceu, vá saber o que o destino lhe ofereceu em troca. Ou você não ter passado num concurso. Nunca ter recebido a ligação que tanto esperava. Nunca ter recuperado um objeto perdido que o deixava preso a lembranças paralisantes. Ter ficado com fama de ter sido o grande amor de uma modelo espetacular: na verdade, ela nunca olhou pra você, mas um mal-entendido fez com que muitos acreditassem na lenda e até hoje você recebe os dividendos: foi  a melhor coisa que nunca lhe aconteceu. 

É uma visão generosa da vida: imaginar que os nãos acontecimentos fizeram diferença, que você está onde está não só por causa das escolhas que fez, mas também pelas especulações que nunca se confirmaram. Ao manter esse caráter desestressado, eliminamos a palavra derrota do nosso vocabulário e a alma fica mais aliviada, o que não é pouca coisa nesse mundo em que tanta gente parece pesar toneladas devido ao mau humor e ao pessimismo. Cá entre nós, viajar de Porto Alegre até Salvador de ônibus para passar três dias e votar, e achar isso uma beleza, é a prova de que ter o espírito aberto funciona.



E ai o que acharam? Qual foi a melhor coisa que não aconteceu com vocês?

Para mim foram muitas, dentre elas não ter feito faculdade de psicologia. Acho muito linda essa profissão, ainda pretendo fazer um dia, mas para as minhas necessidades não era a melhor escolha naquele momento. Fiz o vestibular, passei, mas na hora da matrícula ocorreu uma série de confusões e não consegui iniciar aquele semestre, fiquei muito aborrecida. Depois disso participei de uma feira de vestibular em outra universidade e dei de cara com o pessoal da comunicação que me explicou tudo sobre a profissão, e ali eu vi que era o que realmente eu precisava cursar para agregar ao que sempre gostei de fazer, que vai muito além do que eu pensava. Hoje estou no 6º período de Jornalismo e estou amando muuuuuuito. 

É isso gente, quero saber sobre as experiências de vocês. Beijos e até a próxima.

RESENHA: "MANUAL DO GUERREIRO DA LUZ", DE PAULO COELHO

A obra de Paulo Coelho é um tipo de manual de boas maneiras, ele te ensina a ser uma pessoa melhor e tem sempre um bom conselho para seus momentos. 

Começa contando a história de um menino que encontrou uma mulher muito linda que lhe falou sobre uma ilha com um templo cheio de riquezas, o garoto foi tentar ver a ilha, mas não conseguiu. Alguns pescadores comentaram que realmente existia uma ilha com um templo, mas que essa não existe mais, porém os pescadores juram que conseguem ouvir os sinos do templo.

O garoto passa a ir todo dia para escutar os sinos, mas não consegue ouvir. Não se interessa mais pela escola nem pelas brincadeiras com os amigos. Até que um dia os pescadores disseram a ele: "Você está muito preocupado com o barulho dos sinos lá embaixo; deixe isto para lá e volte a brincar com seus amigos. Talvez apenas os pescadores consigam escutá-los."

Depois de quase um ano indo todos os dias à praia, resolveu seguir os conselhos dos pescadores e esquecer toda aquela história.

Embora não conseguisse escutar os velhos sinos do templo, o menino ia aprendendo coisas diferentes. Começou a perceber que, de tanto ouvir o ruído das ondas, já não se deixava distrair por elas.

No momento que foi se despedir e voltar para casa pôde ouvir novamente o canto das gaivotas, o barulho do mar, o vento batendo nas palmeiras. Tinha certeza de que não perdera seu tempo, pois aprendera a contemplar e reverenciar a natureza.

Então, porque escutava o mar, as gaivotas, o vento, as folhas das palmeiras e as vozes de seus amigos brincando, ouviu também o primeiro sino.

E outro.

E mais outro, até que todos os sinos do templo submerso tocaram, para sua alegria.

Quando ele já estava um homem, voltou à praia e viu a mulher que lhe falara da ilha sentada na areia.
Ela estendeu-lhe um caderno azul, com as folhas em branco e disse:

"Escreve: um guerreiro da luz presta atenção nos olhos de uma criança. Porque eles sabem ver o mundo sem amargura. Quando ele deseja saber se a pessoa ao seu redor é digna de confiança, procura ver como uma criança a olha."

"Um guerreiro da luz é aquele que é capaz de entender o milagre da vida, lutar até o final por algo em que acredita e, então, escutar os sinos que o mar faz tocar em seu leito."


As mensagens presentes são muito bonitas e motivadoras. 


Um guerreiro da luz respeita o principal ensinamento do I Ching: "A perseverança é favorável." Ele sabe que perseverança nada tem a ver com a insistência. Existem épocas em que os combates se prolongam além do necessário, exaurindo suas forças e enfraquece do seu entusiasmo.

A história é somente essa que contei pra vocês, após isso são as frases que o rapaz escreveu em seu caderno sobre o que é ser um guerreiro da luz. Gostei bastante. Serve para as situações do nosso dia a dia. Muitas vezes estamos preocupados com uma coisa e não nos importamos com as demais que estão ao nosso redor, que são as essenciais para a tão desejada dar certo. Ele nos ajuda a enxergas essas belezas ocultas em cada lugar que passamos.

RESENHA: "O SÍMBOLO PERDIDO", DE DAN BROWN

Olá gente, hoje trouxe pra vocês a resenha de um filho que me deixou fascinada, espero que gostem.


Em O Símbolo Perdido, o célebre professor de Harvard Robert Langdon é convidados às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - um eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Whashington, a maioria deles mentores maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes dobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.

Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar nos livros.

O enredo e a escrita do autor consegue nos prender do começo ao fim. Fala muito sobre a maçonaria e a ciência Noética - um campo da ciência especializado em descobrir as respostas para várias indagações milenares.

Dan Brown é um autor que utiliza de diversos elementos reais para dar veracidade às suas histórias.

Apesar de grande parte do livro se passar sob a óptica de Robert Langdon, vemos também o que se passa com Katherine Solomon, irmã de Peter; Sato Inoue, a diretora do Escritório de Segurança da CIA; Bellamy Warren, o arquiteto do Capitólio e Mal'akh.



A narrativa permite que o leitor possa ter uma visão mais ampla da história, dos personagens e de seus objetivos, sem ficar preso à visão limitada do protagonista.


Os códigos e símbolos do livro foram muito bem elaborados pelo autor e tudo se encaixa perfeitamente, nada fica sem uma explicação lógica

RESENHA: FILME "HOMENS DE HONRA"

Oi gente, hoje trouxe pra vocês a resenha de um filme que eu gosto muito e acredito que vocês também irão gostar. Trata-se de uma história real e emocionante de superação de um homem que fez de tudo para alcançar seus objetivos. Carl Brashear foi o primeiro afro-americano a formar-se na Divina Salvare School e o primeiro negro a ser mergulhador oficial da marinha.


Quando cresceu se alistou na Marinha esperando se tornar um mergulhador. Inicialmente Carl trabalhava como cozinheiro que era uma das poucas tarefas permitidas a um negro na época. Os outros rapazes faziam comentários maldosos e se recusavam a dividir o mesmo quarto que ele, mas isso não o fazia desanimar.

Nos dias em que eram permitido nadar, Carl mostrou o quanto era rápido deixando todos impressionados, foi então que se tornou um "mergulhador de resgate" por iniciativa do capitão. Mas disseram que ele não seria capaz de ir longe, por isso persistiu tanto. Almejava o cargo maior, não para se sentir superior, mas para mostrar que um pobre negro sem luxo poderia chegar a qualquer lugar. Era questão de honra.

Além de ser excluído do grupo, sua avaliação era bem diferente dos outros, muitas vezes sendo mais dura e difícil, não tinha o retorno de suas tarefas muito menos incentivo, como se não fizesse diferença estar ali, mas sempre demonstrou ser maior do que qualquer desfio, isso me impressionou muito, porque mesmo com todas as dificuldades que lhe eram apresentadas, ele sempre permanecia forte.

- Por que você quer tanto isso?
- Porque disseram que eu não conseguiria.
Tudo parecia estar indo bem quando Carl é pego de surpresa mergulhando e fratura a perna ficando impedido de voltar a mergulhar, dai é o momento em que ele se desespera achando que tudo está perdido, mas então lembra o quanto tinha lutado para estar ali e pensou que nada é impossível, ele ainda iria vencer.

Decidiu que iria continuar, falou com os chefes para voltar mas não foi permitido, ele estava com apenas uma perna e a outra era prótese. Foi quando as autoridades disseram que ele só poderia voltar se conseguisse dar dose passos vestido em uma lata de mergulho de 130 quilos, missão impossível na visão dos chefes, é claro que ele não conseguiria.

Foi então que o inesperado aconteceu, ele conseguiu. Sua força de vontade era maior que tudo, até que a sua dor. Estava de volta, todos ficaram sem acreditar que aquele jovem seria tão firme.

Foi um filme que me deixou muito emocionada -chorei horrores kkk-. Ele nos deixa uma grande lição. Quando todos nos disser que não somos capazes de fazer algo, não devemos baixar a cabeça, mas mostrar que somos sim capazes de tudo que desejarmos. Basta ter um sonho e acreditar nele.


INDIRETAS LITERÁRIAS

Oi gente. Vocês já conhecem a página do Face Indiretas Literárias? Eu amo e super me identifico com quase todas as indiretas rsrs. Trouxe algumas que eu mais gosto aqui pra vocês.





As palavras são a minha forma de desabafo, sinto como se estivesse descarregando a alma. 


Sempre. Às vezes eu saio com mochila só pra levar algum livro rsrs.


Com certeza. Quero muito fazer uma em um cantinho da casa.


Mais que perfeita! Eu amo.


Escrevendo já estou, o sonho é publicar :)


Lembro como se fosse ontem, ganhei do meu pai. O Futuro da Humanidade, de Augusto Cury.


E vocês se identificam também com essas ou outras indiretas? 

PRIMEIRO POST: BEM VINDOS AO MEU BLOG



Oi gente! Criei o blog para compartilhar coisas legais com vocês, poder interagir. Gosto de me comunicar, informar, conhecer novas pessoas.

Há uns quatro anos atrás eu tinha outro blog e postava diariamente, me dedicava muito a ele. Só que mudei de cidade, comecei a trabalhar e essa rotina mudou, fiquei sem tempo de estar postando e fiquei meio desmotivada, mas sempre gostei e sentia falta de ter um espaço pra dividir as coisas que gosto e conhecer novas coisas também. 

Resolvi voltar e pretendo não abandonar mais o blog. Irei me dedicar assim como me dedico às demais atividades do meu dia.