RESENHA: COLEÇÃO "MESTRE DOS MESTRES", AUGUSTO CURY

A resenha de hoje é sobre a coleção de livros do psiquiatra Augusto Cury que foi um ateu e durante muitos anos estudou a vida, a personalidade e a inteligência de Cristo. Após suas descobertas ele passou a ser um cristão, mas não defende nenhuma religião.

Esses livros são uma análise psicológica e científica e não teológica.


Ao longo da história, muitas pessoas conseguiram com suas ideias mudar o curso da política, da filosofia, da ciência ou da religião. Houve um homem, no entanto, que foi capaz não só de abalar os alicerces do pensamento como de alterar para sempre a trajetória da humanidade.

Esse homem foi Jesus Cristo e seus ensinamentos geram frutos há mais de dois mil anos. Suas incomparáveis inteligência e personalidade tornaram-no o perfeito ponto de partida para uma investigação sobre o funcionamento da mente e sua surpreendente capacidade de superação. 

Em O Mestre dos Mestres, o autor faz uma original abordagem da vida desse grande personagem, revelando que sua inteligência era bem mais grandiosa do que imaginamos.

Em O Mestre da Sensibilidade, ele apresenta um estudo sobre as emoções de Jesus e explica como ele foi capaz de suportar as maiores provações em nome da fé.

Diante das angústias que antecederam sua morte, como a traição de Judas, a falta de apoio dos discípulos e a consciência do cálice que iria beber, Jesus demonstrou ser um grande mestre da escola da vida.

Em O Mestre da Vida, decifra as profundas mensagens deixadas por Jesus - de sua prisão e julgamento até a condenação à morte na cruz.

Em O Mestre do Amor, Cury investiga a paixão que Jesus nutria pelo ser humano. Com uma abordagem poética, embora baseada na ciência, história e na psicologia, o autor faz um estudo das tocantes mensagens que Jesus deixou.

No último livro O Mestre Inesquecível, revela o fantástico crescimento psíquico e intelectual vivido pelos apóstolos e mostra como Jesus os transformou nos excelentes pensadores que revolucionaram a humanidade.


São livros maravilhosos, feito para todos que acreditam na existência do Salvador independente de religião, o que o autor relata é somente sobre a vida de Jesus que consta na Sagrada Escritura. Todos aqueles que vivem da Palavra e aqueles que não conhecem e buscam entender um pouco vão gostar bastante.


Ele fez poesia quando o mundo desabava sobre ele, apostou tudo o que tinha naqueles que pouco tinham, foi tão grande que se fez pequeno, para tornar os pequenos grandes. Por isso, não tinha medo de falar sobre suas lágrimas.

NINGUÉM EXPLICA DEUS

Oi gente, para começar uma semana abençoada trago um louvor lindo para vocês que gosto muito e ajuda a renovar minhas forças para seguir em frente. Lembrem-se que tudo aquilo que vocês conquistaram foi graças a Deus. Toda honra, toda glória e todo louvor sejam dados a Ele.

TEXTO: "SENTIMENTOS NOSTÁLGICOS", MONYQUE EVELYN


Era uma noite de sábado. Uma noite chuvosa, a cidade com clima frio e pouco movimentada, até o barulho dos carros não se ouvia. E lá estava ela, em sua casa, sentada em sua cama, toda agasalhada, com uma xícara de café numa mão e noutra um livro de romance.

Estava cheia de sentimentos nostálgicos. Ela estava ali imaginando como seria se tivesse alguém. É, alguém. Alguém com um sentimento em comum, alguém para dividir seus sonhos, seus desejos, suas manias, suas opiniões; Um amor. É, um amor. Isso mesmo.

Ela está cansada de paixões pela metade, ela quer ter a sorte de um amor tranquilo, quer um alguém para chamar de seu, um alguém que lhe dê carinho e esteja com ela nas noites frias de sábado, quando não tem nada de interessante na TV e nenhum lugar para sair. Ela quer alguém que a ame no outro dia e manhã, depois da mais longa noite de chuva. Ela quer alguém que não ligue para os seus defeitos e que a respeite. Ela quer alguém que entre na sua vida por acaso e permaneça de propósito. Ela cansou de ilusões, agora ela quer amar, os sentimentos não cabem mais dentro dela, ela só quer alguém pra dividir.


TEXTO: "LIBERTANDO SENTIMENTOS", MONYQUE EVELYN


Ler me traz a calma que preciso nos momentos de aflição. Escrever foi o jeito que encontrei para não enlouquecer, para não desabar em certas situações. Foi o jeito que encontrei para me sentir bem e em paz. Quando escrevo sinto como se estivesse descarregando a alma, me sinto mais leve. Procuro traduzir meus sentimentos por meio de palavras, elas são minha forma de desabafo. Quando a inspiração vem, vou ao delírio de tantas coisas boas que se passam em minha mente.

Precisava de um tempo para mim, estava precisando me achar, pois acabei meio que perdida diante de tantos problemas na minha vida. E foi através da leitura que me achei, ela me passou conhecimento para que eu pudesse esquecer o passado, viver o presente e parar de planejar o futuro. Quando achei que minha vida não tinha mais sentido, eles me ajudaram a mudar o caminho, me ajudaram a me tornar uma pessoa melhor e compreensível. Tornei-me uma pessoa capaz de superar as adversidades da vida.

Todas as vezes que eu era magoada, ficava em silêncio, pegava meu bloquinho de papel e começava a escrever. Escrevia tudo o que se passava em minha cabeça. Parecia que estava tirando um peso das costas. Era um turbilhão de sensações dentro de mim. Quanto mais momentos difíceis eu vivia, mais inspiração surgia. Hoje, não me entristeço nem me lamento por todos os maus momentos, pois foram eles que me possibilitaram escrever os melhores textos.

Só quem escreve sabe como é bom colocar no papel aquilo que não consegue falar, sabe como é bom se entregar às palavras e a alegria que invade todo nosso ser em poder transmitir todos aqueles sentimentos que estavam guardados.

RESENHA: LIVRO "STARTERS", DE LISSA PRICE


Callie é uma garota que mora nas ruas depois da Guerra dos Esporos que matou toda a população entre 20 e 60 anos, inclusive seus pais, restando apenas os jovens órfãos (Startres) e pessoas com idade próxima aos cem anos (Enders) na sociedade. Agora ela mora com seu irmão Tyler e seu amigo Michael em prédios abandonados.

Eles passam muitas dificuldades fugindo dos inspetores, aqueles que capturam essas crianças para serem internadas em centros de detenção. A única opção que resta para Callie arrumar dinheiro para sobreviver com seu irmão Tayler é ir para a Prime Destintions, uma empresa de aluguel de corpos para os Enders, idosos que querem aproveitar um corpo jovem novamente. No contrato consta um valor suficiente para comprar uma casa e viver no conforto com apenas três locações.

No início ela fica com medo de aceitar essa oportunidade, mas é a única alternativa que vê e após ser quase capturada pelos inspetores ela toma uma decisão. Deixou seu irmão sob os cuidados de Michael e foi para a empresa ser alugada.

O que parecia ser um trabalho simples que resolveria sua vida, também tinha suas consequências. Callie não sabia que alguém tinha um plano para colocar um fim naquela ação de aluguéis de corpos que viriam a se tornar mais do que rápidas locações. Ocorre uma série de problemas e ela precisa lidar com descobertas muito maiores do que jamais poderia imaginar e acaba se envolvendo em uma trama muito perigosa.


Foi uma leitura que me surpreendeu bastante. A história dessas crianças que enfrentaram a guerra e logo após ficaram órfãs, ainda têm que tomar decisões quanto ao que fazer para sobreviver. Depois que ela decide ir para a empresa de alugueis é contada a história de algumas locatárias do corpo de Callie que enriquecem bastante a obra. 

Ainda não li Enders, que é a continuação, mas estou com muita vontade de ler, pois Starters superou minhas expectativas.

FAZENDO ALGUÉM FELIZ


Tente, de alguma maneira, fazer alguém feliz.
Aperte a mão, dê um abraço,
Um passo em sua direção.
Aproxime-se sem cerimônia.
Dê um pouco do calor do seu coração.
Assente-se bem perto,
E deixe-se ficar,
Muito tempo, ou pouco tempo,
Não conte o tempo de se dar.
Aprenda a usar a superficialidade.
Sonhe o sonho sem duvidar.
Liberte um imenso sorriso.
Rasgue o preconceito, olhe nos olhos!
Aponte um defeito com jeito.
Respeite uma lágrima.
Ouça uma história ou muitas com atenção.
Escreva uma carta e mande.
Irradie simplicidade, simpatia, energia...
Observe as consequências, não espere ser solicitado.
Lembre-se de um caso, converse sério ou fiado,
Conte uma piada, ache graça.
Ajude a resolver um problema.
Pergunte: por quê, como vai, como tem passado, o que tem feito de bom?
O que há de novo?
E preste atenção!
Sugira um passeio, um bom livro, um bom filme, ou mesmo um programa
de televisão.
Diga de vez em quando: desculpe, muito obrigado, não tem importância,
que se há de fazer, dá-se um jeito...
Deixe o sorrido acontecer...
E não se espante se a pessoa mais feliz for você.

RESENHA: LIVRO "PAIS INTELIGENTES FORMAM SUCESSORES, NÃO HERDEIROS"; AUGUSTO CURY

Hoje será um post especial de dia dos pais! Trago a resenha de um livro que fala sobre a relação entre pais e filhos e mostrarei um pouco da minha experiência com o meu pai.


Sinopse: Todos os filhos são herdeiros da vida, de valores, de cultura ou de bens materiais. Mas muitos se tornam apenas gastadores inconsequentes dessa herança. Sucessores preservam e enriquecem-na, constroem seu legado, são realizados e felizes. Têm mente livre e emoção saudável. Você é um herdeiro ou um sucessor? E o que você, pai ou educador, está formando?

O psiquiatra e psicoterapeuta Augusto Cury discute os critérios que diferenciam herdeiros de sucessores e apresenta trinta técnicas para que pais e educadores possam promover o desenvolvimento das habilidades emocionais e intelectuais dos jovens na família, nas escolas, nas empresas e na sociedade.


Herdeiros são gastadores de herança, sucessores preservam e enriquem os bens que receberam. Herdeiros vivem à sombra de seus pais, sucessores constroem seu próprio legado. 

Neste livro o autor menciona que educar é a tarefa mais complexa do mundo, pois até os pais bem intencionados falham. Se tornar pai na prática é bem mais difícil do que na teoria, eles não têm como prever como serão seus filhos, apesar de sempre ensinar as melhores coisas e mostrar o caminho a ser seguido. Dar tudo do bom e do melhor aos filhos é o desejo de muitos pais, mas a maneira que é feita define a personalidade a ser formada. O valor das coisas e sacrifício de consegui-las devem ser apresentados de maneira clara para seus filhos.

Meu pai, desde que me entendo por gente, sempre me ensinou todas as coisas, o certo e o errado, o caminho bom e o ruim, mas o mais importante foi a liberdade. Ele me deixou livre para fazer as minhas escolhas. Como diz aquele ditado "criamos os filhos para o mundo", pois foi assim que ele me criou, me mostrando que tem um mundo enorme esperando por mim, sempre me incentivou a ir em busca dos meus sonhos e é o que estou fazendo há 3 anos, lutando pelos meus objetivos e fazendo as melhores escolhas possíveis. Sou grata a Deus por ter me presenteado com o melhor pai do mundo. E hoje posso dizer que sou uma sucessora.

Sucessores são especialistas em agradecer, herdeiros, em reclamar. Sucessores são criativos, herdeiros vivem no cárcere da mesmice. Sucessores sabem ouvir "nãos", herdeiros detestam os limites. Sucessores correm atrás de seu sucesso, herdeiros querem tudo pronto. Sucessores sabem que aplausos e vaias, vitórias e derrotas, risos e tristezas, fazem parte da história de cada ser humano, incluindo a deles. Mas quando caem se levantam, quando choram não desistem, pois sabem que ninguém é digno da maturidade se não usar suas lágrimas para irrigá-la; ninguém é digno do sucesso se não usar seus fracassos para conquistá-lo.  


Não escolhemos nossos pais, mas podemos escolher amá-los e honrá-los apesar de seus defeitos. 

O ENCANTO NOSSO DE CADA DIA


Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda-feira eterna?

A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto. O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.

Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência... Aprisionado, ela o possuía, mas não recebia dele o que ela considerava a sua maior riqueza: o canto!

Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza. Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também. Precisamos descobrir que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, na medida em que nos empenhamos em não reter a vida. Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.

Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida que o dividimos...

E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo que precisa passar. Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora... Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção.

São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui. E nisto consiste na beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o pássaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.


Padre Fábio de Melo


CRÔNICA: "À MEDIDA QUE AVANÇAMOS, DEIXAMOS PARA TRÁS UM BOCADO DE NÓS", DE LARISSA BITTAR

Olá gente, vocês conhecem a revista online Bula? Se ainda não conhece, dê uma passadinha lá. Tem uma série de coisas legais, é uma das mais acessadas do segmento cultural do país. Trouxe pra vocês uma das crônica de Larissa Bittar que está disponível lá na revista. Essa eu me identifiquei bastante e acredito que vocês também irão se identificar. 

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A gente insiste no desejo de abraçar o mundo. Não sei bem se isso é um defeito incorrigível ou uma bonita maneira de reconhecer a enormidade de universos que há para explorar. De toda forma, é inviável. Seja uma vontade infantil dos eternos insatisfeitos com o que possuem ou uma admirável tentativa de não sucumbir à mesmice, não deixa de ser inútil. Não temos braços e fôlego para abarcar a totalidade do que nos falta mantendo, ao mesmo tempo, o que nos sobra. Resta, então, a dura e inevitável escolha. Abrir mão de algumas coisas para conquistar outras... Aceitar que renunciar é, sobretudo, liberar espaço para novos caminhos.

Funciona com armários e com a vida. Chega uma hora que não cabe mais. A gente tenta fazer puxadinho, apertar, comprimir, guardar o excesso embaixo da cama ou no fundo do peito. Mais cedo ou mais tarde, porém, é preciso admitir que a solução é dispensar o que transborda. Vai doer dizer adeus ao sapato de estimação da década passada e aos vícios emocionais já internalizados como parte fundamental do que somos. Mas apenas por pouco tempo, até que as lacunas sejam preenchidas pela novidade que aguardava ansiosa para revigorar o que estava de teias e mofos.

É um exercício de maturidade acatar a ideia de que não se pode ter tudo. Somos sonhadores marrentos que querem a tranquilidade no campo e a modernidade das grandes cidades, estabilidade e aventura, amores fieis e romances múltiplos, corpos sarados e bacon crocante. Queremos a adrenalina das descobertas do que é diferente a segurança do que é familiar. Banho de chuva sem tosse, liberdade sem posse, morar em mil países e ter a família por perto. Queremos o sapato novo e o velho (mesmo que esquecido no canto do armário abarrotado). Almejamos uma realidade pela ilusão de que dá para somar sem subtrair.

É possível, sem dúvida, equilibrar doses de muitos sabores e experimentar variadas sensações. Não estamos fadados a seguir direções maniqueístas. Podemos compor a trajetória com diversidade, num mosaico de possibilidades. Mas não sem perder um bocado de nós pelo percurso. À medida que avançamos, deixamos para trás pedaços do que um dia foi precioso. É o necessário ciclo de perdas e ganhos nos mostrando que, entre prazeres e êxitos adquiridos, algo de bom será sacrificado.

Parece uma lógica um pouco cruel essa que contraria nossa expectativa de guardar em um baú tudo aquilo que nos faz bem sem nos desprendermos de nada. E, paralelamente a isso, acumular o que está por vir. Talvez porque, desde muito cedo, apesar de apegados ao que conquistamos, nos condicionamos a desejar aquilo que está ausente, muito mais do que a saborear o que concretamente já é nosso (aquele comportamento platônico que bem conhecemos). E aí começa essa batalha louca e intensa que consiste na alternância entre abrir-se para receber o mundo que falta e fechar-se para não perder o mundo que há. Mas como já sabemos, não dá para ter tudo... Estamos presos à engrenagem que nos rege movida pelo peso das renúncias aliviado por recompensas posteriores.

RESENHA: LIVRO "O LADO BOM DA VIDA", DE MATTHEW QUICK


Sinopse: Pat Peoples, um ex professor de 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele "lugar ruim", Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um tempo separados. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora.

Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes.


Quem narra é Pat, ele tem deficiência mental, o que torna a escrita algo bem interessante. Ele é um homem extremamente positivo e sensível, procura ver o lado bom em tudo e fica entristecido com o pessimismo das pessoas ao seu redor.

O livro é simples, mas envolve de uma forma muito boa. Ao decorrer da leitura, vai despertando nossa curiosidade, pois inicialmente não conta o que aconteceu em seu passado; somos levados a tentar entender isso junto com ele. 

Quando ele sai da clínica recomeça sua vida, ninguém ao seu redor fala nada sobre o assunto, mas ele não insiste, decide em buscar respostas sozinho. Ao passar dos dias volta a frequentar os jogos do time que gosta, fica fissurado em exercícios físicos para recuperar seu peso e passa a estudar sobre todas as coisas que sua esposa gosta para reconquistá-la.

Não é um livro cheio de ação ou de fortes emoções, mas nos faz refletir, nos leva a enxergar as coisas com um outro aspecto, a positividade de Pat é contagiante, apesar de algumas vezes ele ser ingênuo demais. A história é linda e o final encantador.

Você precisa saber que são suas ações que fazem de você uma boa pessoa, não sua vontade.

É PRECISO TER FÉ

A fé é o firme fundamento das coisas que não se vêem. Hebreus 11:1

Uma ótima semana para todos. Que Deus abençoe cada um de vocês!









RESENHA: "IRONIAS DE UMA BLOGUEIRA", DE OSCAR LIMA

Oi gente, trago hoje a resenha do livro de um amigo meu, Oscar Lima.


Ana é uma adolescente de quase 17 anos que cria um blog para responder perguntas dos visitantes. Ela recebe dezenas de perguntas, das simples às sérias e inusitadas que nem imaginava receber. Mas como gostava muito dessa atividade, achou essa ideia bem divertida. Sempre bem humorada, direta e irônica, não fazia cerimônias em dar suas respostas mesmo que pudessem repercutir.

É um livro muito bom, leitura agradável que proporciona muitas gargalhadas também. É composto por todas as perguntas que chegam no blog de Ana e todas as respostas dela, ambas são bem engraçadas. A maneira como a blogueira lida com as situações dos seus leitores deixa tudo mais leve.

Começaram a aparecer perguntas bestas e não estava ficando mais tão engraçado, o intuito dela ao criar o blog era poder ajudar alguém que de fato estivesse com um problema, por menor que fosse e não soubesse como proceder.

Trecho de uma das perguntas:

Chinesgostoso@hotmail.com
Pergunta para Ana
(Me ajuda, por favor)
12/11/2014, 16h01min

Tenho 17 anos, e tenho um ponto de 21 cm. Toda vez que fico com uma menina elas falam que meu pinto machuca. Quer me ajudar a descobrir se é verdade?

Resposta da Ana

Cara. Como isso? E você ainda não foi para o livro dos recordes?
Meu irmão, você está perdendo tempo  os únicos pontos que conheço têm poucos centímetros, e você vem dizer a mim que tem um de 21. Cara, você deu qual ração a ele? Diz, por favor.  Quero dar aos meus aqui. Eu com um pinto de 21 cm como por uma semana.
É sim, para que você leva seu pinto quando vai ficar com uma menina? É maluco, ou quer se amostra.

Querido, você tem que deixar seu pinto é no galinheiro. Acho que você está confundindo ele com um cãozinho. Se liga. Se continuar a levar seu pinto, vai perder a mulherada.

Beijocas,
Espero ter ajudado...


Fui ao lançamento em 2015 e claro que pedi autógrafos né? haha





Depois de um tempo respondendo perguntas, Ana cansou daquela atividade e resolveu excluir o blog, quando estava prestes a clicar no botão, eis que surge uma pergunta, que na verdade não era uma pergunta e sim um convite, maravilhoso por sinal.

Gostei muito do livro, li bem rapidinho, dei altas risadas e fiquei bem feliz com o destino de Ana. E aí vocês já conheciam o livro? Se não, corre pra ler! 

O POEMA DA PAZ, DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ



O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O amor